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sábado, 7 de novembro de 2026
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Aeronave interceptada pela FAB faz pouso forçado no Pantanal em Mato Grosso

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A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou no norte de Corumbá, em Mato Grosso Sul, hoje de manhã, uma aeronave que vinha da Bolívia com suspeita de transporte de ilícito. Três aeronaves A-29 e um avião-radar E-99 participaram da interceptação que seguiu todas as medidas de policiamento do espaço aéreo, incluindo o tiro de aviso, até chegar na última medida prevista, o tiro de detenção.

Após isso, a aeronave, que não tinha plano de voo, fez pouso forçado em um lago localizado na área do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, e a Polícia Federal está no local para realização das medidas necessárias. O avião ficou submerso.

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A FAB também participa da ação com o envio de um helicóptero H-60 Black Hawk e de militares especializados em busca e salvamento. A ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto com a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública.

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Segundo a assessoria FAB, as aeronaves de defesa aérea A-29 Super Tucano e o avião radar E-99 foram empregados para monitorar e interceptar o avião. O piloto de defesa aérea seguiu o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo, conforme estabelece a lei, interrogando o piloto do bimotor, mas não obteve resposta. Nesse momento, a aeronave foi classificada como suspeita.

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Na sequência, o piloto da FAB ordenou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Cuiabá, porém, o piloto do avião interceptado não obedeceu. Foi necessário que a defesa aérea comandasse o tiro de aviso, informando que o avião interceptado pousasse no aeródromo mais próximo. Ainda sem retorno, foi disparado o tiro de detenção.

“Ao tentar se evadir e após se negar a responder a todas as chamadas do A-29 da Defesa Aérea, inclusive o tiro de aviso, a aeronave foi alvejada, o que forçou um pouso de emergência”, explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich.

De acordo com o oficial-general, a ação representa o cumprimento pleno da missão da FAB na garantia da soberania do espaço aéreo brasileiro. “A aeronave em questão não tinha plano de voo, estava com uma matrícula falsa”, afirmou.

O Major-Brigadeiro Mangrich ressalta a relevância da cooperação de todos que operam no espaço aéreo. “É importante que as aeronaves realizem o plano de voo em todas as regiões em que este está previsto nas regras de trafego aéreo", disse por meio da assessoria.

Em instantes, mais detalhes

(Atualizada às17h11)

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