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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Acusado de matar garota grávida vai a júri popular em Mato Grosso

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O julgamento de Gilmar Souza da Silva, 33 anos, acusado de matar a companheira, Jéssica Sara Conceição Reis, 15 anos, grávida de cinco meses, está entre as 20 sessões do Tribunal do Júri de Cuiabá que serão realizadas no mês de agosto. O crime ocorreu em abril de 2007, na estrada do Coxipó do Ouro, próximo à Usina de Compostagem de Lixo de Cuiabá. O julgamento, presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, será realizado no dia 9 de agosto, a partir das 13h30.

Consta dos autos que no dia do crime Gilmar Silva levou Jéssica Reis para um local isolado, na região do Coxipó do Ouro, e ali, utilizando-se de um objeto contundente, desferiu vários golpes na cabeça e no rosto da vítima. Também usou uma faca de cozinha para golpeá-la e, por fim, encravou um pedaço de madeira no peito da vítima. De acordo com o laudo de necropsia, esses ferimentos provocaram a morte de Jéssica e do bebê que ela esperava, do sexo masculino, filho de Gilmar. O acusado ainda ocultou o corpo e decepou o pé direito da vítima.

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Outro julgamento de um homem acusado de matar e esconder o corpo da companheira será realizado em agosto, no dia 22, a partir das 13h30. Trata-se do júri popular de Edimilson de Andrade, acusado de matar Marilza Gonçalves da Silva, 46, com quem se relacionava há cerca de três meses. O corpo foi localizado por um agricultor dias depois do desaparecimento da vítima, já em adiantado estado de putrefação.

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Conforme denúncia do Ministério Público, no dia 12 de janeiro de 2010, Marilza encontrou o filho e informou que passaria um ou dois dias na chácara de uns parentes do acusado, na região do Coxipó do Ouro. No dia 17, preocupado com o sumiço da mãe, o rapaz ligou para o acusado, que alegou não ter ido à chácara. No entanto, depois desse telefonema o acusado largou o emprego e tomou rumo ignorado. Conforme a acusação, o crime foi motivado por ciúme.

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Também serão submetidos a júri popular os réus Teylor Lopes de Souza, Jales Dourado de Jesus e Helessandro Márcio da Silva. Os três são acusados do homicídio de Lenilson Santana Miranda e de tentativa de homicídio contra Gilson Benedito da Silva, após uma briga em um bar. O crime ocorreu no dia 17 de outubro de 1999, por volta das 16 horas, no interior do "Bar da Sirlene", localizado à margem do Rio Cuiabá, no bairro Praeirinho. O julgamento está marcado para o dia 3 de agosto, a partir das 8 horas.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, os acusados entraram no banheiro feminino do bar, onde se encontrava uma cunhada de Lenilson. O fato deu início a uma briga generalizada e Gilson Silva sofreu vários golpes desferidos pelos acusados que se utilizaram de uma garrafa quebrada. Jales foi até a sua casa para pegar um revólver e acompanhado dos outros dois acusados rumou para a cada de Lenilson, que foi alvejado por vários disparos.

 

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