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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Mato Grosso mantém 6º posição no ranking nacional das exportações

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As exportações mato-grossenses, de janeiro a agosto de 2009, registraram um aumento de 16,35%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números somaram US$ 6,306 bilhões. As importações totalizaram US$ 565 milhões, apresentando uma redução de 37,56% em relação ao período de 2008, que registrou US$ 906 milhões.

De acordo o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, o Estado mantêm a 6º posição no ranking nacional das vendas externas, respondendo por 6,44% do total das exportações acumuladas do Brasil, atá agosto, e por 62% da região Centro Oeste. “O valor acumulado até agosto já representa 80,7% do exportado em todo o ano de 2008. Até dezembro deste ano, o Estado deverá ultrapassar a cifra de US$ 8,00 bilhões, considerando o desempenho médio mensal das vendas externas e mantidas as condições atuais de recuperação da economia após a crise internacional”.

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O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Mauro Mendes, destacou que o saldo da balança comercial mato-grossense registrou superávit de US$ 5, 741 bilhões, o que representa um aumento de 27,17% em relação ao ano anterior.

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Entre os segmentos do agronegócio na pauta das exportações, o complexo sucroalcooleiro representou 64,45%, o milho (40,23%), o complexa soja (23,47%) e o algodão (4,80%).

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Técnico do Comércio Exterior da Sicme, Paulo Henrique Ribeiro Coelho Cruz, afirma que a Ásia e a União Europeia continuam sendo os nossos principais destinos respondendo por 56,4% e 38,4% do total. “A China com 33,75% individualmente, lidera o ranking, seguida da Holanda e Espanha, com 9,4% e 5,7% respectivamente”.

Continuam prevalecendo na pauta as compras de insumos agropecuários e outros bens intermediários, complementados por insumos e bens de capital, especialmente máquinas e equipamentos.

Os nossos principais fornecedores externos foram, pela ordem, a Rússia com 22,74%, Estados Unidos com 18,16%, Belarus com 15,31% e a Alemanha com 13,61%.

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