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domingo, 8 de novembro de 2026
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Homem que matou pintor no Nortão é condenado a 13 anos de cadeia em júri popular

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O tribunal do júri reconheceu como culpado um dos acusados de matar o pintor Renildo Alves da Silva, 32 anos, no centro de Matupá (200 quilômetros de Sinop), em novembro de 2018. A vítima foi assassinada com vários golpes de faca e ainda foi espancada. Conforme o entendimento dos jurados, o crime foi cometido por Wender Gabriel Rodrigues Lopes junto com alguns adolescentes.

Wender foi levado a júri popular em Matupá e a maioria dos jurados reconheceu que ele foi o autor do crime. Os jurados também afastaram a alegação de legítima defesa ou de que o réu teria agido “sob violenta emoção” após injusta provocação da vítima. Ainda reconheceram a qualificadora do homicídio cometido de maneira cruel e a incidência do crime de corrupção de menores.

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Com a decisão, o juiz Anderson Clayton Dias Batista calculou a pena pelo homicídio em 12 anos de reclusão. Já pelo crime de corrupção de menores, Wender terá que cumprir um ano e quatro meses, totalizando 13 anos e quatro meses de reclusão. Como já está preso há mais de três anos, ele ainda deverá continuar na cadeia por mais nove anos e seis meses.

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Segundo a denúncia, Wender e a vítima haviam tido um desentendimento. Por esse motivo, Renildo teria lançado uma pedra contra a residência do réu. “O denunciado procurou os demais comparsas e eles concordaram em ‘dar um susto’ na referida vítima. Assim, o denunciado pediu ‘permissão’ para o suposto responsável pela organização criminosa”, “o que restou autorizado”, consta, em trecho da denúncia.

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No dia do crime, o réu e os adolescentes avistaram a vítima nas proximidades da praça da Bíblia. “Neste momento, o denunciado e os adolescentes iniciaram uma perseguição contra a vítima e, ao alcançá-la, passaram a agredir com socos, chutes e também com um pedaço de madeira. Ato contínuo, o denunciado, não satisfeito com as agressões perpetradas, sacou uma faca que trazia consigo e desferiu contra a vítima golpes diversos, fugindo do local em seguida. Antes, porém, os adolescentes retornaram ao local, agredindo mais uma vez a vítima e fotografando-a”.

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