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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Sinop: prefeito se reúne com moradores e inicia o processo de regularização fundiária de 3 loteamentos

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O prefeito Roberto Dorner (Republicanos) se reuniu, ontem à tarde, com moradores das Chácaras Maria Carolina I, II e III detalhando o programa de regularização de seus imóveis para receberem escrituras, através do projeto Escritura na Mão, lançado pela prefeitura e que inicia hoje com trabalho de campo para identificar a quantidade de moradores e características dos lotes.

Dorner anunciou que “nesses seis primeiros meses, faremos a entrega de 1 mil títulos na área urbana e 1 mil títulos na Gleba (Mercedes), que é a área rural”. “Esse é um trabalho que está só começando e que daremos continuidade depois porque em Sinop há muitos loteamentos de chácaras que precisam ser regularizados. É algo que prometemos lá atrás e que estamos começando a cumprir. Queremos terminar a gestão, se não concluirmos tudo, pelo menos com os que faltarem, já encaminhados”.

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O processo realizado pela empresa Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte (Funcern). “Já demos início, em outros bairros, aos levantamentos da parte cadastral, do georeferenciamento, parte urbanística, arquitetônica e jurídica, que são processos que compõe o projeto de Reurb [Regularização Fundiária Urbana] para estarmos regularizando e entregando a escritura na mão de cada beneficiário, de cada família que a gente vai atender”, comentou o responsável técnico da fundação, Diego Melo.

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O representante desses bairros na comissão de regularização, Simon Gimenez, o trabalho representa um alívio para os moradores que há tanto tempo tem buscado junto aos poderes a regularização desses loteamentos que estão inseridos, há algum tempo, dentro do setor urbano, mas ainda com característica e registro rural. “Muda muita coisa, começando pela qualidade de vida porque teremos em mãos um documento que nos garante que somos proprietário de nosso lote. Antes tínhamos apenas um contrato com a imobiliária. Também a valorização da área, com a escritura o valor da propriedade, praticamente duplica. Sem contar que o Maria Carolina é a única chácara que fica dentro da cidade”, explicou, através da assessoria.

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