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sábado, 7 de novembro de 2026
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Governo do Estado volta a se reunir com sindicato para discutir pedido de reajuste para policiais penais

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O Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindspen-MT) e o Governo do Estado se reunirão, nesta quinta-feira, na Casa Civil, para uma nova rodada de negociações sobre o pedido de reajuste salarial dos servidores. A reunião está agendada desde 5 de janeiro, quando a categoria se sentou com o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, para tratar do assunto, mas não houve acordo.

Na ocasião, o sindicato se comprometeu a suspender o movimento grevista até a nova agenda com o governo, e manteve o estado de assembleia permanente. Já o governo se comprometeu a estudar a questão. Segundo o sindicato, a expectativa é que o governo apresente uma proposta de reajuste salarial que equipare a Polícia Penal às demais forças da segurança pública do Estado de Mato Grosso.

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Foram convidados para participar da reunião os deputados estaduais Max Russi (PSB), Dilmar Dal Bosco (DEM), Wilson Santos (PSDB), Eduardo Botelho (DEM), Janaína Riva (MDB), Delegado Claudinei (PSL) e Allan Kardec (PDT).

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Atualmente são cerca de 2,8 mil servidores, lotados em 46 unidades prisionais. Segundo o sindicato, eles representam a menor categoria em número de servidores das três forças de segurança pública. A entidade alega que os profissionais passam a maior parte do tempo da pena com reeducandos, tendo contato diário dentro dos presídios, cadeias e unidades prisionais.

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No final de dezembro, a categoria deflagrou uma greve que durou 18 dias. Por causa da paralisação, o governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que iria iniciar a negociação do zero. “O governo fez uma proposta, eles recusaram e, agora, vamos começar do zero. Foi o que dissemos para eles, que, se entrassem em greve, iria começar tudo do zero. E provavelmente é o que vai acontecer”, afirmou Mauro, em entrevista coletiva, em Cuiabá, pouco após a suspensão do movimento grevista.

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