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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Câmara aprova em segundo turno texto base da PEC do auxílio emergencial; 2 de Mato Grosso contrários

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, em segundo turno, por 366 votos a favor, 127 contra e três abstenções, o texto base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/19, a PEC Emergencial. Após a votação, os parlamentares começaram a analisar destaques que podem retirar trechos da proposta. 

A proposta cria mecanismos de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários, além de liberar R$ 44 bilhões, fora do teto de gastos, para o pagamento do auxílio emergencial às pessoas afetadas pela pandemia da covid-19. No entanto, a proposta não detalha os valores, duração ou condições para o novo auxílio emergencial. Todas essas definições deverão constar de outro texto.

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Entre os deputados de Mato Grosso, foram favoráveis Nelson Barbudo (PSL), José Medeiros (Pode), Dr. Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Neri Geller (PP). Já Rosa Neide (PT) e Juarez Costa (MDB) votaram contra. O deputado Emanuelzinho (PTB) se absteve. 

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O primeiro turno da proposta foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, após sucessivas tentativas da oposição em obstruir as votações e adiar a apreciação da proposta. Para viabilizar a aprovação da PEC em primeiro turno, o governo acatou um acordo, envolvendo a maior parte dos partidos da base aliada, para apresentar no segundo turno de votação um destaque ao texto, retirando a proibição de promoção funcional ou progressão de carreira de qualquer servidor ou empregado público.

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Os deputados aprovaram, por 462 votos a 24, o destaque do bloco PSL-PL-PP e retiraram da PEC Emergencial a proibição de órgãos ou poderes da União concederem progressão e promoção funcional para agentes públicos quando seu orçamento de despesas obrigatórias atingir 95% das despesas primárias totais. O texto retirado dizia também que o tempo no qual estaria vigente essa proibição não seria contado para concessões futuras de progressões ou promoções funcionais.

Esse foi o segundo destaque aprovado do bloco  que surgiu de acordo entre o governo e a maior parte dos partidos da base aliada quando da votação em primeiro turno da PEC. O objetivo do acordo foi evitar a aprovação de outro destaque que retiraria todas as restrições fiscais previstas. O destaque anterior retirou a proibição de progressão funcional a servidores estaduais e municipais.

 

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