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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Prefeito de Cuiabá não segue decisão do governo de MT que amplia lista de empresas que podem abrir

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O prefeito Emanuel Pinheiro divulgou nota manifestando respeito às decisões do governo de Mato Grosso, anunciadas hoje para que governo e prefeituras tenham alinhamento e que a maioria das empresas voltem a funcionar, mas “reafirma o entendimento pela necessidade de manutenção do isolamento social, como principal estratégia de combate à disseminação do Coronavírus”. Emanuel diz que “não podemos ter como prioridade a economia. A prioridade é a vida. Sigo consciente de que meu embate é contra o novo coronavírus e continuarei nesse enfrentamento em defesa de cada cidadão cuiabano”.

Emanuel considera que “as ações já implementadas na capital, por mais drásticas que possam parecer inicialmente, respaldam-se em protocolo da Organização Mundial da Saúde e diretrizes técnicas de especialistas, inclusive do ministério da Saúde. Com monitoramento diário vigoram, nessa primeira fase, até 5 de abril, podendo ser prorrogadas. Somente após essa data e avaliado seus resultados iniciais é que serão estabelecidas novas medidas pela prefeitura, principalmente em virtude  da espiral de crescimento da infecção que deverá ocorrer no mês de abril, conforme projeções do ministério da Saúde”.

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“O vírus não circula. Quem circula são as pessoas. Por isso, cuidar da sua saúde, cuidar das pessoas é tão fundamental. Cuiabá não pode sucumbir. Nesse momento não há atividade econômica que prevaleça à vida. A economia será recuperada, em um esforço conjunto, mas os munícipes merecem ações firmes e assertivas em defesa do cidadão. Primeiro cuidamos da população, depois recuperamos a economia”, declarou, através da assessoria.

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Até o momento, a fiscalização em Cuiabá fechou 101 estabelecimentos por descumprirem as medidas temporárias e emergenciais adotados pelo município, considerando que o isolamento social é a principal estratégia de proteção e prevenção do Covid-19.

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O decreto baixado hoje pelo governador Mauro Mendes libera um número maior de empresas a voltarem a funcionar. Mas a prefeitura de Cuiabá mantém seu decreto permitindo ficarem abertas: clínicas médicas e estabelecimentos hospitalares; empresas vinculadas ao serviço auxiliar de diagnóstico e terapia; clínicas veterinárias e clínicas odontológicas em regime de emergência; supermercados e congêneres (padarias e açougues, vedado, em qualquer caso, o consumo dentre do estabelecimento); farmácias e laboratórios; bancos, lotéricas  e transporte de numerário; distribuidores de água e gás;  serviço de segurança privada; serviços de táxi e aplicativo de transporte individual remunerado de passageiros;  lavanderias e serviços de higienização; lojas de venda de materiais para construção; distribuição e comercialização de combustíveis e derivados; serviços de callcenter e Atendimento remoto ou telefônico por empresas de serviços de internet (proibido atendimento no local); transporte de cargas de qualquer espécie que possam acarretar  desabastecimento de gêneros necessários à população; produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;  borracharias e oficinas de manutenção e reparos mecânicos de veículos automotores, excetuadas as oficinas de lanternagem e pintura; empresas de construção civil, sem atendimento ao publico; agropecuárias, com venda de insumos, medicamentos e produtos veterinários; pet shops; comércio estabelecido de produtos naturais, bem como de suplementos e fórmulas alimentares, sem consumo no local; fábricas e lojas de bolos caseiros e panificados, proibido o consumo no local; templos religiosos de qualquer crença, poderão manter suas portas abertas simbolicamente, sendo vedada a celebração de cultos, missas e rituais; lojas de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal.

 

 

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