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sábado, 7 de novembro de 2026
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Acusado de matar homem a pauladas em Sorriso vai a júri popular e continuará preso, decide juíza

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A juíza Emanuelle Chiaradia Navarro Mano decidiu mandar a júri popular o suspeito de participar do assassinato de Thayrone Taffarel Santos Barbosa, 30 anos. A vítima foi morta a pauladas, em maio de 2018, na esquina entre as ruas 19 de junho e 10 de dezembro, no bairro Mário Raiter. O crime teria sido motivado por uma dívida de R$ 100, que o acusado teria com a vítima.

Em sua decisão, a magistrada determinou que o réu seja submetido a julgamento popular por homicídio qualificado, cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Ela também acrescentou a qualificadora do meio cruel, “considerando não apenas a quantidade de golpes perpetrados, como também os objetos utilizados (pedaço de madeira, tijolos e pedras), produzindo uma morte lenta e dolorosa à vítima, que conforme os relatos, implorava a todo instante por sua vida”.

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O acusado ainda pode recorrer, porém, a juíza decidiu que ele deverá continuar preso. “A prova da existência do crime e indícios de sua autoria são veementes. Na mesma linha segue o perigo gerado pelo estado de liberdade do acusado, persistindo a garantia da ordem pública e assegurando a aplicação da lei penal, evitando-se, assim, que o réu volte a delinquir, colocando em risco novos bens jurídicos, visto que conforme deflui-se dos autos, o mesmo após a prática do ilícito, evadiu do distrito da culpa, fugindo para o estado do Maranhão, onde, quando do cumprimento do mandado de prisão, também fora preso em flagrante pela prática do crime de posse irregular de arma de fogo”.

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Conforme Só Notícias já informou, Thayrone chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital regional, mas teve uma parada cardíaca e não resistiu. Meses depois, a Polícia Militar de Viana, no Maranhão, prendeu um suspeito de participar do crime. A Polícia Civil divulgou, na época, que a vítima teria intermediado a venda de um celular para o suspeito e quando foi cobrar o valor da corretagem, eles se desentenderam e ocorreu o homicídio.

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Segundo uma testemunha, Thayrone teria ingerido bebida alcoólica com uma mulher que o levou para casa em uma Yamaha Crypton preta. Ela foi embora e, momentos depois, retornou. A vítima saiu de casa e foi morta a pedradas e pauladas. No local onde ocorreram as agressões, os policiais encontraram pedaços de tijolo que foram usados para atingir o homem.

Thayrone era filho de um policial militar aposentado.

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