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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Defesa de Novelli diz que não há comprovação das ‘falaciosas’ acusações de Silval

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A defesa do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso José Carlos Novelli divulgou nota, há pouco, esclarecendo que, “diferentemente do que foi divulgado, os colaboradores não apresentaram qualquer elemento probatório idôneo que comprove as falaciosas acusações de que Novelli tivesse participado de qualquer esquema ilícito”, na deleção do ex-governador Silval Barbosa que, supostamente, teria recebido propina para não votar contra prestação de contas do governo em programa de obras.

“Como a defesa já teve oportunidade de informar, os fatos narrados pelos colaboradores se mostraram confusos e contraditórios, ademais de totalmente distantes da realidade. Ademais, cumpre destacar o erro material cometido pela Procuradoria-Geral da República ao mencionar a suposta existência de 36 notas promissórias, uma vez que até o momento não consta qualquer documento dessa natureza acostado aos autos, tal como já certificado pelo Supremo Tribunal Federal, nos autos da colaboração premiada de Silval Barbosa, no sentido de que “não puderam ser localizadas nos autos as cópias das 36 notas promissórias assinadas por Silval da Cunha Barbosa”, esclarece a assessoria jurídica do conselheiro.

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“A defesa tem plena convicção que em breve o Poder Judiciário reconhecerá a total improcedência das inverdades relatadas por Silval Barbosa e demais colaboradores a respeito de José Carlos Novelli”, conclui.

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Novelli aguarda julgamento de recurso para voltar a assumir suas funções no TCE. Ele e mais 4 conselheiros foram afastados pela justiça, em 2017. O ex-governador Silval Barbosa, que ficou preso 21 meses em regime fechado, em Cuiabá, e, atualmente, está em prisão domiciliar.

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