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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Janaína atribui derrota em indicação ao TCE à interferência do Governo do Estado

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A vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputada Janaína Riva (MDB), que articulou a candidatura do colega de parlamento Max Russi (PSB) à vaga do Legislativo no Tribunal de Contas do Estado (TCE) com 11 assinaturas e que ontem perdeu a eleição no Colégio de Líderes, atribuiu a derrota à interferência do Governo do Estado no processo interno da casa. Conforme Só Noticias já informou, o deputado Guilherme Maluf (PSDB) foi indicado por 11 votos contra dez de Russi.

“É claro que fica uma lição. Infelizmente tem pessoas que não têm a firmeza de seguir com a decisão do início ao fim. Teve uma pressão muito forte por parte o governo do Estado com os deputados estaduais, a gente não pode dizer que não houve esta pressão do governo porque o governo queria o Guilherme indicado e agora está aí o Guilherme indicado. Se era o que o governo queria, a vontade do governo foi atendida”, declarou.

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A frustração de Janaína era evidente, pois a indicação de Russi tinha 11 assinaturas e o compromisso de todos votarem no parlamentar, o que não aconteceu. Como o voto foi secreto, não se sabe quem quebrou o acordo, mas a deputada suspeita do “traidor” e disse que o episódio deixa uma ferida aberta no parlamento.

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“É claro que você sentar com um colega e dizer para contar com o voto dele, ele assinar um documento e depois votar diferente do que ele fez? Pelo menos serviu para saber quem é quem dentro da Casa. Acho que, para um primeiro embate, foi muito positivo para a gente saber quem é firme com a sua opinião e quem pode mudar conforme o seu bel-prazer”, analisou.

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Agora Maluf vai ser sabatinado no plenário, em sessão ainda sem data marcada, e precisa de pelo menos 13 votos para ser aprovado. Se o se nome for recusado, inicia-se outro processo. Com o voto de Janaína, o tucano já não pode contar.
“Meu voto é contra a candidatura do Maluf, é uma questão minha, pessoal. Mas agora é o nome que tem a legitimidade para ir até o plenário. A gente precisa entender que quando você é derrotada no voto, tem que respeitar o voto da maioria e a maioria preferiu indicar o deputado Maluf”, declarou.

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