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domingo, 8 de novembro de 2026
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Sindicalista diz que Mauro Mendes faz ‘terrorismo’ e que desqualifica atual legislatura

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O coordenador do Fórum Sindical de Mato Grosso e representante dos servidores do Poder Executivo, Orlando Francisco, disse que o governador Mauro Mendes (DEM) faz terrorismo com os servidores públicos ao apresentar o pacote de medidas para buscar o equilíbrio fiscal de Mato Grosso. A declaração foi dada ontem durante a segunda audiência pública para discutir a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 na Assembleia Legislativa.

“Além do terrorismo que o governador já implantou em todos os municípios do estado, [os problemas] também são as informações, que a gente diria até, contraditórias”, declarou ao discursar na tribuna do parlamento.

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Citando o “companheiro” de movimento sindical João Batista, deputado eleito pelo PROS para a próxima legislatura, Francisco reforçou o coro dos que defendem que as medidas de Mendes devem ser votadas somente a partir de fevereiro, quando os novos parlamentares assumem seus cargos.

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“Este parlamento hoje que aqui está, que inclusive já tem agenda no dia 16 e 17 se eu não estiver enganado,  para votar as mensagens, para nós cidadão que pagamos impostos, ele não é o parlamento legítimo para votar estas mensagens. Elas têm que ser votadas pelo novo parlamento. É o parlamento que assume em fevereiro que tem legitimidade para votar estes projetos de lei”, declarou.

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Antes mesmo do questionamento do sindicalista, alguns deputados eleitos também se manifestaram da mesma forma, pedindo que a atual legislatura não avançasse com as votações. Conforme Só Notícias já informou, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, rebateu as críticas e defendeu a legitimidade dos atuais deputados.

“Esses projetos foram encaminhados para a Assembleia Legislativa em função da situação que o Estado se encontra. Esses deputados da atual legislatura têm legitimidade para isso. O mandto deles termina dia 31 de janeiro. Não existe nenhuma lei neste país que diz que dez dias antes, um mês, 90 dias antes os deputados não têm mais legitimidade. O governo encaminhou estes projetos na primeira semana de janeiro em função das reformas que são extremamente importantes para os próximos quatro anos do governo”, rebateu.

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