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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

Savi e irmão de Paulo Taques deixam prisão em Cuiabá

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Após o desembargador José Zuquim Nogueira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, expedir os alvarás de soltura dos presos na Operação Bereré, hoje, por volta do meio dia, o deputado estadual Mauro Savi (DEM) e o advogado Pedro Jorge Taques, irmão do ex-secretário chefe da Casa Civil, Paulo Taques, deixaram o Centro de Custódia da Capital (CCC) por volta das 13h.

Ambos saíram dentro de uma caminhonete S10 branca com os vidros fechados e sem falar com a imprensa, após 3 meses de prisão.

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Também vão deixar o local, o ex-secretário Paulo Taques e os empresários Claudemir Pereira dos Santos e Roque Anildo Reinheimer.

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Presos desde o dia 9 de maio, eles conseguiram liberdade, ontem à noite, concedida pelos desembargadores Paulo da Cunha, Sebastião Filho, Juvenal Pereira,  Luiz Ferreira, Marcos Machado, Dirceu dos Santos, Carlos Alberto, Helena Maria e Antônia Siqueira. Eles foram contrários ao voto do relator, desembargador José Zuquim, que havia determinado a prisão de Savi, os irmãos Taques e demais investigados. Acompanharam o voto do relator, os desembargadores Serly Marcondes, Sebastião Farias, Nilza Possas, Orlando Perri, Guiomar Borges, Rubens de Oliveira e Rondon Bassil. Em seu voto, o relator afirmou que não havia nenhum fato novo que pudesse justificar a revogação das prisões.

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“A situação é a mesma, não houve mudança no processo. Caso houvesse o rompimento do contratato da EIG com o Detran e não só intervenção provisória, não existiria razão para a prisão dos acusados. Mas, por ser só uma intervenção provisória, que pode ser restabelecida a qualquer momento, há necessidade da manutenção das prisões”, disse Zuquim, anteriormente.

Todos eles são réus em ação penal por corrupção envolvendo um esquema de propina de mais de R$ 30 milhões no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).

Em instantes, mais detalhes

(Atualizada às 14h22)

 

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