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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Dupla que matou ‘DJ’ no Nortão é condenada em júri popular

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A dupla responsável pelo assassinato de um homem conhecido como "DJ", que, até o momento, não foi identificado civilmente, foi condenada em júri popular, realizado na última semana. O crime ocorreu na rua Aldino Borges, no bairro Cidade Alta, em Itaúba (100 quilômetros de Sinop), em outubro do ano passado. 

Iramildo de Sousa França, 37 anos, e Leandro Paulo, 29, foram considerados, pelos jurados, culpados pelo crime. Ambos foram sentenciados por homicídio qualificado, cometido de maneira cruel. Com a decisão do júri, o juiz Jean Paulo Leão Rufino, que presidiu a sessão, fixou a pena de Iramildo em 11 anos e 4 meses de prisão. Já Leandro foi condenado a 13 anos e 4 meses de reclusão.

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O magistrado ainda levou em consideração os maus antecedentes dos réus e determinou que devem continuar presos. A dupla foi localizada pouco após o crime e encaminhada para o presídio Osvaldo Florentino Leite, o “Ferrugem”, em Sinop, onde segue há mais de sete meses. Os dois ainda podem recorrer da decisão.

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Um policial militar narrou, conforme consta no processo, que, no dia 30 de outubro, foi chamado para atender a uma ocorrência de violência doméstica. No entanto, ao chegar no local indicado, um senhor garantiu que não havia nenhuma ocorrência do gênero. O militar contou que saiu com a viatura, andou aproximadamente uns 70 metros e viu um corpo na rua. 

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O policial relatou que pediu apoio e voltou até a residência, onde os dois suspeitos acabaram presos. Segundo ele, Leandro confessou o crime. Ao policial, teria contato que a vítima tinha agredido sua mulher, o que motivou uma briga. Leandro Paulo e Iramildo teriam, então, esfaqueado “DJ” e, com auxílio de um carrinho de mão, jogado o corpo do outro lado da rua.

Conforme o militar, Iramildo negou o crime desde o início. Uma mulher, no entanto, ainda de acordo com a versão do policial, confirmou que os dois participaram do crime.

Em alegações finais, o advogado de Leandro alegou "legítima defesa putativa", quando o agressor imagina estar sob alguma ameaça. Já a defesa de Iramildo garante que ele é inocente e não teve participação alguma no homicídio.

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