Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

PMDB racha e entra em guerra de números sobre apoio a Alckmin ou Lula

Compartilhe Facebook X Texto

Rachado em torno da tese da candidatura própria, o PMDB voltou a rachar em torno das candidaturas dos presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) ou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e entraram em uma guerra de números nesta semana. Enquanto os “governistas” falam pelo menos 13 Estados apóiam Lula, o presidente nacional do partido, Michel Temer, limitou o alcance a “8 ou 9” diretórios.

“Para mim, ficou claro que boa parcela do PMDB vai apoiar a candidatura do Geraldo Alckmin”, disse Temer, que se encontrou no final desse tarde com o candidato tucano para oficializar seu apoio.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Pelas estimativas de Temer, pelo menos 11 diretórios do PMDB devem apoiar a candidatura de Alckmin, entre eles os Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. No Rio Grande do Sul, no entanto, o governador Germano Rigotto, candidato à reeleição, já declarou que vai ficar neutro entre os dois presidenciáveis, a mesma posição do presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, no maior colégio eleitoral do país.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Temer disse que entre há outros 8 ou 9 diretórios que deixaram seu apoio “em aberto a um dos dois candidatos.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

O presidente do PMDB foi voz derrotada na disputa interna do partido pela candidatura própria. Apesar do apoio explícito de Temer, o partido terminou sem lançar um nome para as eleições de outubro e liberou a “base” para fazer coligações e alianças livremente nos Estados.

Pelo acordo acertado entre Alckmin e Temer, o apoio será somente em nível nacional. Oficialmente, Temer vai apoiar a candidatura de Quércia em São Paulo, enquanto Alckmin deve subir somente no palanque do candidato tucano ao governo paulista, o ex-prefeito José Serra.

O PMDB “alckmista” deve trazer como contribuição para a candidatura tucano não somente mais um palanque para o ex-governador em alguns Estados, mas também pode se refletir no programa de governo. O ex-ministro dos Transportes, o deputado federal Eliseu Padilha (RS), pode contribuir com o programa de Alckmin em seu setor.

O candidato tucano evitou responder se, caso fosse eleito, retiraria os cargos nos Correios que o PMDB “governista” conseguiu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele se limitou a criticar o governo federal pelo “loteamento de cargos”. “Parece que o governo Lula não aprendeu nada com a crise política”, disse ele. Segundo Alckmin, em um eventual governo tucano, as indicações seriam técnicas. Ele negou que, quando governador, tenha aceitado indicações políticas para cargos em estatais.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé