Sinop: decisão de júri popular para acusados de mortes de mãe e filha fica para 2008
Pode ficar para ano que vem a decisão da justiça em levar Simone Relhers e Nivaldo Moreira, à júri popular. Ambos são acusados pelas mortes de Silvia Bertolazi, 40 anos, e sua filha, Renata, 12, ocorridas no Jardim Botânico, em 15 de fevereiro deste ano, a marteladas e facadas. O processo está tramitando e as alegações finais entregues pelas defesa e acusação. Restam poucos dias para o término do ano e levando-se em conta o volume de processos a serem vistos, o Poder Judiciário está em recesso, com os magistrados trabalhando em sistema de plantão.
Simone e Nivaldo estão presos desde 17 de fevereiro. Moravam em uma residência a pelo menos 100 metros de onde Silvia e Renata foram assassinadas. Os dois foram ouvidos durante o inquérito policial e negaram a autoria do crime, acusando-se.
A justiça também realizou audiências e ouviu testemunhas, entre elas a filha mais velha de Silvia, que encontrou os corpos quando foi visitar a mãe. O filho caçula de Silvia, de 4 anos, que sobreviveu após ser ferido com golpes de martelo, disse para irmã não ter visto os agressores.

Conforme Só Notícias já informou, a defesa de Simone ainda sustenta insufiência de provas e negativa de autoria. Em outubro, o juiz Leonardo Pitaluga indeferiu o pedido de exame de insanidade mental, que havia sido requerido (desde agosto).
Após o assassinado, a Polícia Civil solicitou um exame de DNA que acabou apontando que os vestígios encontrados nas roupas dos acusados Simone e Nivaldo não era das vítimas.







