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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Secretaria quer transferir pistoleiro Célio Alves para unidade federal

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Antes mesmo de receber alta médica no hospital Júlio Muller, ontem, no final da tarde, e ser levado para o presídio Pascoal Ramos, em Cuiabá, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) encaminhou ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) o pedido administrativo de transferência de Célio Alves de Souza, condenado por crimes de pistolagem, para a Unidade Prisional Federal de Campo Grande (MS) ou para Catanduvas (PR).

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Carlos Brito, disse hoje que, apesar dos esforços no sentido de reforçar a segurança e as alterações no modelo de vigilância no raio 5 do Pascoal Ramos, aumentando o padrão de segurança na unidade, a permanência de Célio Alves em Cuiabá é motivo de preocupação para o Governo do Estado. “Em função do seu grau de periculosidade e também em razão do seu envolvimento com organizações criminosas”.

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De acordo com o secretário, isso não impede que o Ministério Público também solicite a transferência. Em 2005, um pedido semelhante já havia sido feito em relação ao ex-policial. Na época o Ministério Público Estadual foi contrário, certamente por circunstâncias processuais diferentes.

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Célio Alves foi recapturado no último sábado, na região de Cáceres, na localidade de “Avião Caído”, após operação realizada pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO) – integrado por promotores de justiça e policiais militares -, e pelos militares do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON).

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O criminoso fugiu da penitenciária Pascoal Ramos, em Cuiabá, em setembro de 2005. Na unidade prisional ele cumpria pena de 76 anos de prisão. Célio Alves de Souza é suspeito de integrar a organização criminosa de João Arcanjo Ribeiro (também preso na Penitenciária Pascoal Ramos), na qual seria o executor das mortes do empresário e jornalista Sávio Brandão e dos empresários Mauro Manhoso, Fauze Rachid Jaudi e Rivelino Brunini.

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