Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

MPF denuncia trabalho degradante em usina hidrelétrica em Sapezal

Compartilhe Facebook X Texto

A construção de um complexo de pequena centrais hidrelétricas (PCHs) ao longo do rio Juruena, em Mato Grosso, já têm contestados judicialmente pelo Ministério Público Federal os estudos sobre o impacto ambiental; e agora um dos empreendimentos é alvo de uma denúncia por trabalho escravo. O diretor da PCH Parecis, localizada em Sapezal, Rafael José de Oliveira e um funcionário foram denunciados pelo Ministério Público Federal por exporem 78 trabalhadores a condições de trabalho que se assemelham à escravidão.

Rafael designou outro funcionário para gerenciar a contratação de pessoas para o desmate e a limpeza da área a ser inundada para a implantação do reservatório da hidrelétrica. Foram contratados 78 trabalhadores para operarem motosserras, roçadores, carregarem toras de madeira e cozinhar. Todos foram expostos a condições degradantes de vida e trabalho, em desacordo com a legislação trabalhista em vigor bem como as Convenções Internacionais de proteção ao trabalhador ratificadas pelo Brasil.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Os empregados trabalharam na limpeza da área dos reservatórios da usina para os denunciados, expostos à falta de segurança e com riscos à sua saúde, sem equipamento de proteção individual, tais como botas de borracha, óculos, luvas e perneira. Além disso, os empregados estavam sem a registro e sem Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada e foram alojados em um barraco construído com pedaços de madeira, lona preta e com piso de chão batido, onde havia um lugar bastante precário que era utilizado para preparar a alimentação. Os alimentos eram armazenados sem nenhuma condição de higiene e conservação.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Os trabalhadores procuravam a mata para suas necessidades fisiológicas. A água de beber era retirada de um rio que fica ao lado do barraco. Essa água era armazenada em recipientes improvisados e utilizada para beber e cozinhar sem tratamento prévio, sem nenhuma condição de higiene.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Ameaças
Além da falta de equipamentos de segurança, de estrutura nos alojamentos e condições mínimas de higiene, os trabalhadores também sofriam ameaças para fazê-los desistir de possíveis tentativas de deixar o lugar.

A denúncia por trabalho escravo foi enviada para a Justiça Federal nesta terça-feira (16).

 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé