Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Ex-cabo da PM Hércules começa a ser jugado por assassinatos

Compartilhe Facebook X Texto

O cabo Hércules Agostinho começa a ser julgado, hoje, pelos assassinatos de Rivelino Jacques Brunini e Fause Rachid Jaudy e tentativa de homicídio contra Gisleno Fernandes. O crime ocorreu no dia 5 de junho de 2002, na avenida do CPA. O ex-policial Celio Alves também é acusado pelo crime, mas pediu desmembramento do processo e deve ser julgado em breve.

Das cinco testemunhas arroladas, somente Paulo Sergio Mota compareceu. A irmã de Rivelino, Raquel Brunini, também estava entre as testemunhas. No julgamento do uruguaio Julio Bachs, pelo mesmo crime, o depoimento dela foi o mais emocionado. Atualmente, ela não mora mais no Brasil e a família acredita que não tenha comparecido por uma falha na Justiça que pode não ter feito o comunicado.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

O filho de Rivelino, Raphael Brunini, atualmente com 21 anos, acredita na Justiça e aguarda a condenação de Hércules, a quem ele chama de "peão" de um esquema. "Ele apenas puxou o gatilho, existe outras pessoas por trás da morte do meu pai".

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

O jovem comenta que João Arcanjo Ribeiro frequentava missa com o pai e destaca que Rivelino não possuía máquinas caça-níqueis e sim equipamentos de jogos por meio de fichas, legalizados e funcionando com alvará. "A Justiça fala que ele é o mandante, eu estou com ela".

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé