Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Nortão: MP denuncia empresário por morte de esposa

Compartilhe Facebook X Texto

A Justiça de Mato Grosso aceitou denúncia contra o empresário V.C, 49 anos, por homicídio triplamente qualificado, cometido contra a esposa dele, Maria Ilma de Freitas Caravaja, 42 anos. De acordo com o Ministério Público Estadual (MPE), laudos mostram que ele, deliberadamente, colidiu o carro que dirigia contra a mureta de proteção da BR-163, causando o capotamento do veículo. O caso foi registrado em novembro de 2012 e a vítima morreu carbonizada.

Segundo a denúncia, oferecida pela promotora de Justiça de Terra Nova do Norte, Itâmara Guimarães Pinheiro, o casal estava em processo de separação e havia um desacordo com relação à partilha de bens. Os dois foram à Peixoto de Azevedo, onde Ilma tinha uma propriedade que iria vender. Na volta, na localidade conhecida como “curva da morte”, ocorreu a batida. “O autor dos fatos não emitiu nenhuma reação para evitar a colisão do veículo, pois conforme laudo pericial, não existia nenhum sinal pneumático na pista de derrapagem ou frenagem do veículo”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Após o capotamento, o acusado foi retirado do veículo por testemunhas e, enquanto acompanhava o veículo ser consumido pelo fogo, não alertou nenhuma pessoa da existência da esposa no banco o passageiro do veículo. “[Ele] permaneceu inerte, sem avisar da existência de sua esposa no carro ainda, de modo que não só não buscou retirá-la de dentro, mas impediu que qualquer um dos presentes o fizesse, pois escondeu tal fato, sequer, ao menos, pedindo que alguém acionasse a polícia”, narra a promotora em trecho da denúncia.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Em inquérito da Polícia Civil, concluído no ano passado, o empresário foi indiciado pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção em provocar a morte. No entanto, após a análise dos laudos e depoimentos, a promotora entendeu que se tratava de um homicídio doloso, com intenção, triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Na denúncia, Itâmara pediu a prisão preventiva do acusado, pedido negado pela Justiça.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

A reportagem tentou entrar em contato com o empresário, mas ele não foi localizado em nenhum dos 3 números de telefone que constam no processo. Se condenado, poderá receber pena que varia entre 12 e 30 anos de reclusão.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé