Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Prefeitura de Cuiabá utilizará nova metodologia do TCE e da CGU para compras de medicamentos

Compartilhe Facebook X Texto

A metodologia de definição de preços de referência em compras públicas, desenvolvida a partir da parceria entre Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Controladoria Geral da União, pode levar a economia de mais de 50% nos orçamentos das aquisições públicas. O tema "Formação de Preços de Referência em Compras Públicas" foi abordado em capacitação a servidores da Prefeitura de Cuiabá, realizada ontem sob a orientação do mestre e analista de Finanças e Controle da CGU em MT.

O objetivo é evitar sobrepreços nas comoras públicas e assim oferecer mais confiabilidade aos processos de licitação. Segundo o diretor de Licitações e Contratos da Prefeitura de Cuiabá, José Dias, a capacitação vai servir de base para a realização de Pregão Presencial que visa adquirir mais de 400 itens, em especial medicamentos. "Fizemos uma pesquisa prévia de preços, utilizando a metodologia desenvolvida pelo TCE e a CGU e verificamos discrepâncias de preços, esperamos conseguir mais de 50% de economia aplicando o conteúdo deste treinamento".

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Para o facilitador, Franklin Brasil Santos, a iniciativa partiu da verificação por parte dos órgãos de controle a existência de sobrepreço ou superfaturamento nas aquisições públicas. "Percebemos que muitas irregularidades tem origem na ineficácia das atividades de pesquisa de preços e de elaboração de orçamentos estimativos que precedem as aquisições governamentais, assim estamos ensinando técnicas de pesquisa e indicando fontes confiáveis".

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Entre as falhas identificadas, o facilitador conta que atualmente a Administração Pública define preços de referência limitados à coleta de três orçamentos junto a potenciais fornecedores. "Tal método não é eficiente e durante a oficina vamos mostrar que se forem verificados os preços já praticados em contratos públicos de outros órgãos, por exemplo, é possível ter uma dimensão mais real dos valores".

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Segundo o secretário-chefe da Consultoria Técnica do TCE-MT, Bruno Anselmo Bandeira, o assunto foi definido a partir da atuação conjunta entre o TCE-MT e a CGU que já produziu trabalhos na área, mostrando a preocupação com o tema. Trata-se de projeto de aprimoramento dos controles internos dos fiscalizados na área de medicamentos , realizado em parceria com as unidades de controle interno dos municípios.

Por meio deste trabalho foram levantados os riscos inerentes à área de gestão de medicamentos dos municípios e verificados os controles administrativos necessários para mitigar esses riscos. Na sequência, foi realizada a avaliação da existência e da eficácia dos controles no âmbito das prefeituras. Ao final, constatou-se que em 70% dos municípios não existem critérios técnicos definidos para a realização da pesquisa de preços nas compras públicas e que em 20% o controle até existe, porém com falhas. Essa falta de critérios acaba por contribuir para a elaboração de orçamentos superestimados e, não raramente, para a ocorrência de sobrepreço e superfaturamento nas aquisições públicas.

Por isso, e como resultado desse trabalho, o analista, Franklin Brasil Santos, desenvolveu metodologia para definição de preço de referência em compras públicas visando subsidiar os municípios com critérios técnicos para aprimorar suas atividades de pesquisa de preços e orçamentação, visando evitar a ocorrência de sobrepreço e superfaturamento nas aquisições governamentais.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé