Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Senador cassado volta ao Senado após liminar do STF

Compartilhe Facebook X Texto

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio concedeu liminar a João Capiberibe (PSB) que garante seu retorno ao Senado depois que seu mandato foi cassado em decisão do próprio Supremo.

A liminar garante a Capiberibe acusado de compra de votos nas eleições passadas, direito à ampla defesa no Senado. Na quarta-feira, Capiberibe foi ao plenário do Senado na tentativa de garantir sua defesa na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Publicidade
E-02 · 300 × 420

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que não tinha poder de decisão e, portanto, seria obrigado a acatar a decisão do Supremo e diplomar outro senador no lugar de Capiberibe –Gilvan Borges (PMDB-AP), aliado de José Sarney (PMDB-AP).

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

A posição de Calheiros foi contestada pela maioria dos senadores em plenário. Pedro Simon (PMDB-RS) chegou a discutir rispidamente com o presidente da Casa em função da decisão. Hoje, Simon criticou: “Ele merece uma repreensão porque ele não pode ser dono da verdade.”

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Capiberibe, ao saber da decisão, foi ao Senado retomar seu mandato. “Eu acho a democracia e o estado de direito têm que comemorar a decisão do Supremo”, afirmou Capiberibe, que foi governador do Amapá.

Acusação

Os mandatos do senador e de sua mulher, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB-AP), foram cassados em 27 de abril de 2004 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por 4 votos a 2, mas eles recorreram ao Supremo.

Capiberibe foi acusado de pagar R$ 52,00 a duas eleitoras para que votassem nele para o Senado e em sua mulher, Janete Capiberibe, para a Câmara. O senador não teve o mandato cassado e, por isso, não está inelegível por oito anos. Teve o registro da candidatura e a diplomação cassados.

O casal foi acusado de ter comprado votos em 2002 com base nos depoimentos de duas mulheres que disseram ter recebido R$ 26 para votar no casal. Também foram apreendidos R$ 15.495 e uma lista com nomes de eleitores que supostamente tiveram o voto comprado na casa de duas militantes do PSB, onde funcionaria uma espécie de comitê.

Capiberibe e sua mulher contestaram o depoimento das duas mulheres e disseram que a lista de eleitores se referia à boca-de-urna, e não à compra de votos. Eles ganharam no TRE, mas perderam no TSE.

Capiberibe responsabiliza em parte Sarney pelo processo. “Esse processo tem algumas digitais que o apontam como um de seus mentores”, afirmou. Sarney, mesmo sob ataques, não compareceu à sessão de quarta-feira em que o tema foi discutido por mais de seis horas.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé