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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Começa o processo de licitação para asfaltar a BR-163 do Nortão a Santarém

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O Ministério dos Transportes coomeçou hoje em Brasília ao processo de licitação pública para iniciar o processo de asfaltamento da rodovia BR-163, do Nortão de Mato Grosso até Miritituba. numa extensão aproximada de 900 km. A concessão é por 25 anos, e o Lote Único BR-163/230/ MT/PA – começa em Nova Mutum e vai até Santarém, totalizando 1.569,63 quilômetros, incluído acesso a Miritituba, no município de Itaituba, no oeste do Pará. De Nova Mutum até as proximidades do município de Guarantã do norte tem asfalto e a empresa vencedora fará a manutenção. De Guaranta a Miritituba e Santarém é puro chão e será feita a pavimentação.

A audiência de hoje deveria ter acontecido no dia 12, mas o Ministério dos Transportes achou melhor a realização hoje. Os empresários e empresas interessadas na concessão conhecerão o objeto da licitação: o trecho de Nova Mutun, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará, com uma extensão de 1.537,40 quilômetros; mais a rodovia Transamazônica, no trecho do entroncamento com BR-163, no Pará, até Miritituba, com extensão de 32,23 quilômetros.

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Segundo o Ministério dos Transportes, os trabalhos imediatos a que se refere esta licitação incluem a elaboração de projetos executivos e a construção do trecho a ser implantado, detalhamentos relativos à construção e à implantação de todo o complexo das praças de pedágio, execução das obras e serviços de recuperação e melhoramentos a serem definidos pelo Programa de Exploração da Rodovia (PER), que antecederá ao início da cobrança do pedágio.

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Serão definidos também no PER os serviços que deverão ser executados pelo concessionário durante todo o período da concessão, compreendendo: conservação rotineira, manutenção, restauração periódica, implantação de obras e/ou serviços de melhoramento e outros que se fizerem necessários para adequação ou ampliação de capacidade dos trechos rodoviários, atendimento emergencial em acidentes de trânsito e assistência aos usuários, operação, monitoração, recuperação do passivo ambiental e implantação de programas ambientais.

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Segundo o ministério, a outorga se justifica em face da política adotada pelo governo federal desde a implantação do Programa Nacional de Desestatização (PND), com vistas a retirar o Estado de atividades tipicamente privadas e, assim, destinar os recursos públicos a áreas prioritárias. “É através da concessão que o Estado atrai recursos da iniciativa privada na exploração de bens, cujos investimentos reverterão ao patrimônio público, como na hipótese da construção, manutenção, conservação e melhorias dos trechos rodoviários ora sob audiência pública, de modo a garantir, em caráter permanente, a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento do usuário, ou seja, aquele que satisfaça metas de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade e cortesia, tal como formulados no respectivo Programa de Exploração de Rodovia”, diz o ministro Alfredo Nascimento, no edital da audiência pública.

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