Deputados e senadores vão defender mandatos no Conselho de Ética
O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessuas, senador Amir Lando (PMDB-RO), afirmou que os documentos e papéis recebidos pela CPI foram considerados provas consistentes contra o parlamentar quando a valoração da prova obtida permitiu concluir o ganho indevido no curso do mandato, o que configura justa causa e elemento definitivo para a apreciação do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.
Lando explicou que também houve coleta apenas de indícios, que serão enviados para o Conselho para aprofundamento das investigações, já que a conduta do parlamentar deve ficar clara e definitiva, e por isso há gradação da participação de parlamentares.
– O Conselho é o foro mais adequado, onde se garante direito de defesa e determinação de conduta indecorosa ou não – afirmou o relator.
Sobre o capítulo com parlamentares inocentados por inexistência de provas, explicou que nada permitiu concluir algum indício de procedimento suspeito.
O senador destacou a importância dos depoimentos do empresário Luiz Antonio Vedoin para os esclarecimentos. E disse que os comprovantes de depósitos em contas de assessores ou de familiares dos parlamentares tiveram grande peso para as acusações.








