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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Ana Carla Muniz poderá levar TCE a “restringir” contas de Maggi

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A gestão da secretária Ana Carla Muniz poderá fazer com que o Governo Maggi sofra problemas para aprovação dos gastos referentes ao ano de 2005. Nesta quarta-feira, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) se reúne em caráter extraordinário para apreciar o relatório final dos auditores, mas uma coisa é certa: o Executivo não investiu os 25% determinados pela Constituição Estadual no setor da educação – já computados os gastos com pessoal. O relator das contas é o conselheiro Júlio Campos.

Os gastos do Governo Maggi referente a 2005 deveriam, em verdade, terem sido apreciados na sessão desta terça-feira pela manhã. Porém, um pedido de vistas do processo – solicitado pelo conselheiro Antônio Joaquim – adiou a apreciação. O conselheiro Joaquim proclamou em sua justificativa de vistas a necessidade de aprofundar na análise do relatório de gastos.

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Campos adiantou que, apesar de terem sido detectadas em torno de 30 irregularidades, vai pedir a aprovação das contas do Governo. Ex-governador do Estado, ex-senador da República, entre outros, o conselheiro-relator das contas de Maggi está baseando seu parecer ao fato de não terem sido notadas malversação do dinheiro público. Chegou a considerar a administração do governador como “séria”. Campos também informou que o Estado está cumprindo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, não gastando aquilo que não dispõe, como era no passado.

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Um dos pontos que deverá colocar “lenha” na fogueira que sempre transformam as discussões das contas do Executivo Estadual diz respeito, fundamentalmente, a questão de obras paralisadas. Há muitas no Estado. Especialmente, segundo o relatório parcial do conselheiro Campos, na área da saúde. Hospitais particulares adquiridos pelo Governo continuam sem utilidade no interior.

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