Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Ibope aponta que 54% não querem prorrogação da CPMF

Compartilhe Facebook X Texto

Apesar de contrário à CPMF, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro (PTB-PE), afirmou hoje que não duvida “da capacidade do governo em aprovar a prorrogação no Senado”. Ele apresentou a pesquisa CNI/Ibope de setembro apontando que 54% dos entrevistados são contra o tributo.

A pesquisa estimulada mostrou que 12% concordam com a renovação da CPMF a uma alíquota inferior aos 0,38% atuais; outros 12% querem extinção gradativa, e 5% aprovam a prorrogação do jeito que está. “Há um cansaço dessa questão tributária no Brasil”, avaliou Monteiro, “e esses dados mostram que a sociedade está no limite da tolerância com a elevada carga tributária”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Mesmo sendo da base aliada do governo, ele disse que foi um dos 117 votos contra a prorrogação da CPMF ontem, na Câmara, quando o governo obteve 338 votos para aprovação, em primeiro turno, da proposta de emenda constitucional que prorroga o tributo até 2011, com alíquota de 0,38%. O presidente da CNI queria a redução da CPMF para 0,20% a partir de 2008 e sua extinção em quatro anos.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Ele criticou “o discurso enviesado” do governo e sua base no Congresso, que defendem a prorrogação da CPMF para não comprometer o equilíbrio fiscal. Para o presidente da CNI, este seria o momento de acabar com a CPMF, pois a indicação de crescimento econômico de 5% em 2008 levaria a um aumento real de 7,8% na arrecadação de impostos federais. “Isso representará R$ 56 bilhões em receita adicional”, disse ele, o que seria suficiente para cobrir a receita esperada de R$ 39 bilhões com a CPMF.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

“O governo terá um colchão, uma boa margem para amortecer a falta da CPMF em 2008, podendo, de forma definitiva, reduzir gastos correntes que tem crescido nos últimos 12 anos”, disse Monteiro. Segundo ele, cabe à sociedade forçar a redução de despesas públicas, “pois não há governo que adote postura de auto-contenção no que se refere a gastos.”

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé