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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Sinop: parecer do MP sobre ‘vale combustível’ deve sair até 4ª

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A promotora Laís Glauce dos Santos pode emitir seu parecer, até a quarta-feira, na ação investigatória por abuso de poder político e econômico pela coligação Todos por Sinop, do prefeito eleito Juarez Costa (PMDB). Se houver irregularidades, a punição prevê de multa a cassação do registro de candidatura. O prazo para defesa e acusação entregarem as alegações finais terminou ontem.

A promotora vai, agora, analisar o volume considerável de informações, depoimentos, perícia, acusações e defesa. Todas as peças podem chegar as suas mãos ainda nesta sexta-feira, podendo ser devolvidas até a segunda-feira e o posicionamento oficial do MP será encaminhado ao juiz eleitoral, João Guerra, que dará a sentença. A investigação apura como era feita a distribuição dos vales para cabos eleitorais abastecerem veículos, a quantidade e quem pagava a conta, bem como o valor.

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Segundo a Justiça Eleitoral, o prazo para que o magistrado se pronuncie é de até três dias, a partir da entrega pelo Ministério Público. Entrentanto, ele também pode estender.

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Entre as informações juntadas no processo estão depoimentos, laudo pericial contábil nos documentos apresentados nos autos, incluindo os vale combustível apreendidos pouco antes das eleições, em um posto. A perícia não apontaria irregularidades da coligação do prefeito eleito.

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Na semana que antecedeu o pleito de 5 de outubro, a Justiça Eleitoral cumpriu mandado de busca e apreensão num posto de combustíveis, onde documentos e vales de abastecimento de uma empresa ( que presta serviços de gerenciamento de combustível para órgãos públicos e inciativa privada) foram apreendidos. A ação foi movida pela coligação do candidato Paulo Fiúza.

Na época da ação, Guerra determinou que o posto fornecesse cópia do convênio firmado com uma empresa sediada em Cuiabá e o relatório dos vales combustíveis que foram utilizados para abastecimento de veículos a partir de 6 de julho.

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