Blairo diz que MT não deve ser afetado por crise internacional
O governador Blairo Maggi disse hoje para empresários mato-grossenses, em reunião no Palácio Paiguás, que Mato Grosso não deve ser atingida pela crise econômica mundial. Ele fez um resumo da reunião do Conselho Político ocorrida ontem, em Brasília (DF), da qual participou como presidente de honra do PR, juntamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Fazenda, Guido Mantega, do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, líderes e presidentes dos partidos aliados.
O governador fez questão de passar tranqüilidade e serenidade aos empresários mato-grossenses sobre a crise internacional, e disse que a posição do Governo Federal é de que a economia brasileira está sólida e o Brasil está preparado para enfrentar as turbulências externas. “A equipe econômica do Governo Federal está antenada com os problemas lá fora e a crise não deve afetar o nosso país na mesma dimensão que afetará a economia americana e européia”, tranqüilizou Maggi, ao enfatizar que a macroeconomia brasileira está indo bem.
Segundo Maggi, a crise é de confiança, estando muito localizada nos mercados financeiro e de capitais, não atingindo ainda a economia real, por mais que a agricultura, por exemplo, já esteja sentindo falta de crédito. No entanto, disse ele, o Governo Federal está irrigando esses setores e tomando decisões pontuais, à medida que elas forem necessárias. Em resumo, avaliou o governador, “em 2008 estamos passando por algumas turbulências e os efeitos são imediatos. A economia vai continuar crescendo, mas o ritmo para o próximo ano poderá não ser o mesmo”, afirmou.

A previsão do Ministério da Fazenda é que neste ano o crescimento será de 5%, mas em 2009, cairá entre 4% e 4,5%.
O objetivo da reunião desta terça-feira com os empresários, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, foi socializar as mudanças procedimentais no âmbito da receita tributária, visando a dar celeridade no trânsito de mercadorias sem prejuízo à arrecadação estadual. O governador ouviu diversas reclamações e críticas quanto a política adotada pela Secretaria Estadual de Fazenda.







