EUA não julgarão ações do acidente com boeing no Nortão
O juiz Brian Cogan decidiu em sentença proferida na última quarta-feira que as ações da famílias das vítimas do acidente com boeing da Gol ( vôo 1907), ocorrido em 29 de setembro de 2006, na região de Peixoto de Azevedo, no Nortão, contra a empresa Legacy, fabricante do jato envolvido na colisão e mais três empresas, não devem continuar nos Estados Unidos. A informação é do Terra. Neusa Machado, representante da Associação dos Pais e Amigos das Vítimas do Vôo 1907, afirma que as famílias haviam chegado à conclusão de que teriam que ingressar em uma Corte americana para “poder fazer justiça”.
A Justiça Federal em Sinop prossegue com a ação criminal contra controladores de vôo que trabalhavam no dia de acidente e os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paladino, que pilotava o Legacy que colidiu com o boeing, matando 154 pessoas. As buscas em mata fechada, próxima a aldeia indígena, durou cerca de duas semanas. Foi o segundo maior acidente aéreo da aviação civil brasileira.
Lepore e Paladino conseguiram pousar o Legacy na Base Aérea do Cachimbo, ficaram alguns dias retidos no Brasil e a Justiça investiga se eles têm responsabilidade direta no acidente. Os dois estariam voando em altitude errada e com aparelho que detecta aproximação de outra aeronave desligado.








