Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Chica Nunes depõe dia 30 e explica supostas irregularidades na Câmara de Cuiabá

Compartilhe Facebook X Texto

A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Administração Pública e Fazendária, vai aguardar o prazo solicitado pela deputada Francisca Emília Santana Nunes (Chica Nunes), para concluir o inquérito que investiga irregularidades na Câmara de Cuiabá, no período que foi vereadora e presidiu o legislativo municipal.

Na última quarta-feira, a deputada oficializou por meio de seu advogado, que vai prestar depoimento à polícia no dia 30 de junho, às 17 horas, no gabinete da presidência da Assembléia Legislativa de Mato Grosso. “A delegacia vai respeitar o prazo e aguardar a oitiva da Chica Nunes para que ela dê sua versão dos fatos”, disse a delegada Maria Alice Amorim.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

De acordo com a delegada, o inquérito relatado deverá ser encaminhado a Procuradoria Geral de Justiça logo em seguida.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Após algumas tentativas de protocolar a notificação, policiais da Delegacia Fazendária conseguiram esta semana notificar a deputada para marcar data, hora e local para prestar esclarecimentos no caso que apura fraudes em processos licitatórios, ocorridos nos anos de 2005 a 2006, gestão da ex-presidente do Legislativo, deputada Chica Nunes. Como parlamentar a deputada tem foro especial por prerrogativa da função pública que exerce.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

As investigações foram iniciadas em julho de 2007, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e representação do Movimento de Combate a Crimes Eleitorais (MCCE). A polícia constatou que R$ 6.695.998,24 milhões foram desviados dos cofres públicos por meio de licitações fraudulentas.

Onze pessoas já foram interrogadas e indiciadas “na medida de suas responsabilidades”, frisa Maria Alice. Outras sete contribuíram com informações no inquérito. Eles vão responder por crimes de quadrilha ou bando; falsidade ideológica, falsificação de documento particular; falsificação de documento público; crime de peculato e crime de coação no curso do processo.

O inquérito é conduzido pelos delegados Lusia de Fátima Machado, Maria Alice Barros Martins Amorim, Alana Cardoso, Wylton Massao Ohara e Rogério Atílio Modelli, com a participação de doze investigadores e três escrivães.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé