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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Wilson diz que não atacará adversários por conta de prisões e operações

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Pré-candidato à sucessão estadual, o ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), afirma que não vai tirar proveito dos problemas envolvendo grupos adversários. Ele diz que não quer ser chamado de oportunista ao tentar aumentar a popularidade junto ao eleitorado às custas de eventual desgaste sofrido pelos rivais após operações da Polícia Federal. Aliados do tucano, no entanto, defendem que o partido parta para o ataque.

O pré-candidato enfatiza que pretende vencer a eleição pela sua biografia política e pelos próprios méritos. “Quero ganhar o processo eleitoral pelo meu preparo e não em cima dos problemas dos meus concorrentes”.

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A operação Hygeia prejudicaria, em tese, o PMDB do governador Silval Barbosa, que aparece como primeiro colocado nas pesquisas de intenções de voto. Já os progressistas podem ser prejudicados em decorrência da operação Jurupari.

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Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Como repercussão da operação Asafe, o PP alega que, com as prisões, a PF tenta beneficiar a pré-candidatura ao Senado do ex-procurador da República, Pedro Taques (PDT), que faz parte do grupo encabeçado pelo empresário Mauro Mendes (PSB).

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Ele garante que, durante as andanças pelo interior do Estado, não tem usado o caso para obter vantagem e que não tem acompanhado as operações da PF. Apesar de tentar se manter neutro, Wilson critica a falta de atenção do governo estadual para com algumas regiões do Estado, como, por exemplo, o Araguaia e a região de Cáceres (situada a 250 quilômetros de Cuiabá).

Sob argumentação de que alguns municípios estão esquecidos, o tucano cita, como uma das principais propostas que constarão no plano de governo, a criação de secretarias regionais de forma descentralizada. Ele argumenta ainda sobre a necessidade de se instituir novos pólos da Unemat em Cuiabá, Várzea Grande e Vila Bela da Santíssima Trindade. Além disso, defende a elaboração de um programa que dê trabalho aos presos, que deverão pagar pelo sustento nas unidades prisionais.

 

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