Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Líderes nacionais do PSDB estão reunidos agora com Wilson

Compartilhe Facebook X Texto

O presidente nacional do PSDB, senador Sergio Guerra, o senador Arthur Virgílio (AM) e o deputado Rodrigo Castro (MG), secretário geral do partido, estão reunidos, em Cuiabá, com o prefeito Wilson Santos, a deputada e presidente do partido, Thelma de Oliveira e o ex-senador Antero Paes de Barros discutindo o processo eleitoral em Mato Grosso e a pré-candidatura de José Serra a presidente. A cúpula tucana está sendo informada das atuais articulações e acordos já firmados pelo partido no Estado, principalmente com o DEM, sobre a disputa pelo governo estadual. Wilson Santos e Jayme Campos têm acordo de, quem estiver melhor na pesquisa que será apresentada em março, será o candidato a governador. “Se o PSDB for cabeça de chapa, o DEM vai decidir se indicará o candidato a senador ou o candidato a vice. Se a definição for pela candidatura dos democratas a governador, nós é teremos a preferência por indicar a vice ou a vaga para o Senado”, disse, ao Só Notícias, uma fonte do diretório regional.

Os parlamentares federais também estão sendo informados da recente conversa mantida por Wilson Santos com o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, para que o partido em Mato Grosso esteja na provável coligação PSDB-DEM-PTB, considerando que, a nível nacional, o PPS é aliado do PSDB. Freire já afirmou que as duas siglas estão aliadas a nível nacional e, nos Estados, não estarão em grupos onde seja manifestado apoio a pré-candidata petista a presidente, Dilma Roussef. 

Publicidade
E-02 · 300 × 420

A cúpula do PSDB quer montar um “palanque forte” em Mato Grosso porque, nas últimas eleições presidenciais, Geraldo Alckmin venceu Lula no primeiro e segundo turnos. O presidente Sérgio Guerra que, recentemente foi criticado pelo presidente Lula, atacou o governo logo ao chegar em Cuiabá.  “O PAC é palanque eleitoral da ministra Dilma Rousseff. Quando o PAC começou a dar sinais de fraqueza o Governo foi deslocando a ministra para ser mãe de outros projetos. Poe exemplo, o pré-sal não tem problema, é um projeto de futuro e que só vai se concretizar em 2016. Depois esse programa de habitação. Cada vez ela vai se desvinculando do PAC”, disse, ao PNB.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  
Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé