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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Vereador diz que Sinop está inadimplente para convênios; secretário nega

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O vereador Fernando Assunção (PSDB) apontou que a prefeitura de Sinop estaria impedida de firmar convênios por causa de pendências com o governo federal, devido uma dívida com o Ministério da Saúde. Ele destacou que motivo seria o não cumprimento do acordo firmado entre o prefeito Juarez Costa (PMDB) e o ministério de abrir o Hospital até o final do ano passado.  “O prefeito Juarez precisa assumir que erra na saúde e precisa principalmente corrigir os equívocos. Sinop não pode perder mais tempo com tantas falhas do poder público”, disse o vereador, por meio da assessoria.

Fernando cobrou prioridade no resolução do problema e que seja priorizada a abertura do hospital, cuja estrutura física está pronta desde final de 2008, tem mais de 70 leitos e a nova previsão é que comece a funcionar ano que vem. A cessão foi prédio ao governo do Estado foi aprovada há alguns meses para ser gerido via OSS.

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O Ministério da Saúde previu, há poucos dias, liberar, ano que vem, R$ 10 milhões para equipar o hospital.

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Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Outro lado
O secretario de Governo, Mauri Rodrigues de Lima rebateu, em entrevista ao Só Notícias, a acusação feita pelo vereador. Relatou que trata-se de um “grave equívoco” do legislador. Se a prefeitura estivesse inadimplente, o ministro da Saúde não teria ido à Cuiabá, assinar a liberação dos R$ 10 milhões para equipar o hospital. R$ 6 milhões foram gastos com a obra e mais R$ 2 milhões serão necessários para manutenção”, declarou.

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Mauri ainda acrescentou que “estamos fazendo o que podemos para agilizar a liberação desse valor, eu mesmo estiva duas vezes em Brasília. Estamos fazendo uma `trilha` rumo a Brasília, e isso já está encerrado. Como o governo liberaria R$ 10 milhões com a prefeitura inadimplente?”.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou no último dia 2, termo autorizando o repasse de R$ 10 milhões ao governo do Estado para a realização do procedimento licitatório para a compra dos equipamentos do hospital.

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