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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Partido endurece medidas contra possível perda de membros para PSD

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A possível perda de representatividade política levou os deputados estaduais do Partido da República (PR), que detém a maior bancada estadual com sete deputados e federal com dois parlamentares, além do senador Blairo Maggi, a se reunir e defender um endurecimento para que não haja sobressaltos quanto à ação e assédio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, de fundar o Partido Social Democrático (PSD) com uma grande bancada representativa.

Mesmo sem confirmação oficial, dois deputados estaduais do PR teriam dito nos bastidores e encontros que estavam sendo assediados politicamente a deixar o partido e migrar para o PSD, sendo que neste caso as relações locais visando as eleições municipais de 2012 os compelia a mudar de sigla.

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Os líderes republicanos acreditam que o partido hoje corre solto por causa da ausência do atual presidente, o deputado federal Wellington Fagundes, que passa a maior parte da semana em Brasília, e querem um acompanhamento mais definitivo e efetivo para se evitar percalços diante da situação aberta com a real fundação do novo partido, o que segundo a legislação eleitoral, não impediria que os atuais detentores de mandato trocassem de sigla sem ser inseridos nas proibições da fidelidade partidária.

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A reunião que durou várias horas demonstrou a real preocupação dos republicanos em perder representatividade na própria Assembleia diante do assédio do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, conduzido em Mato Grosso por José Riva.

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Recentemente os republicanos foram surpreendidos com as informações de que o deputado federal Homero Pereira (PR), no segundo mandato, pudesse deixar a sigla mudando para o PSD, por causa do assédio da senadora Kátia Abreu, sua amiga pessoal, que ainda faz parte do DEM. Ela é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e tem forte relação profissional com Homero Pereira que já foi presidente da Federação Mato-grossense de Agricultura e Pecuária (Famato).

Kátia Abreu tentou ainda convencer o senador Jaime Campos (DEM) a trocar de partido, mas ele ainda resiste à tese de mudar, mesmo reconhecendo que os democratas se fragilizaram com os últimos resultados das eleições em todo o país, o que disparou no PSDB o mesmo sentimento dos republicanos.

Os tucanos passaram então a defender a fusão do PSDB, DEM e PPS como solução para reforçar as oposições e impedir que mais detentores de mandatos migrassem para a nova sigla, que deverá ser uma das principais aliadas do governo federal conduzido pela presidente Dilma Rousseff (PT).

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