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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Rodrigo e Éder são cotados para assumir presidência da Agecopa

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O governador Silval Barbosa (PMDB) teria dois possíveis nomes para ocupar a presidência da Agência Executiva de Obras da Copa do Mundo de Futebol – Pantanal Fifa 2014 – a Agecopa. São Rodrigo Figueiredo e o secretário Chefe da Casa Civil, Eder Moraes. Ambos já tiveram seus nomes apontados como sucessores de Adilton Sachetti, primeiro presidente da Agecopa, que deixou a função alegando incompatibilidade de relação com os demais diretores da agência.

A escolha de um novo presidente se tornou prioridade para o governador Silval Barbosa, até como forma de abrandar a dura relação entre a Agecopa e os deputados estaduais que estão em rota de colisão por causa de uma série de opções das políticas de obras de mobilidade urbana, ao ponto dos deputados alterarem o sistema de administração da agência, que antes era colegiada, repassando a mesma para presidencialista compartilhada, ou seja, quem manda é o presidente, mas com os assuntos determinados de cada diretoria.

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Os deputados aguardam o governador para sancionar a nova lei complementar e, mesmo negando, esperam que ele anuncie o nome do novo presidente, pois legalmente a Agecopa se encontra sem presidente, tendo o diretor de planejamento, por força de regimento interno, assumido interinamente a função.

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Nos últimos dias, Silval Barbosa começou a procurar um nome que retire dos seus ombros o impacto negativo dos embates da Agecopa com a Assembleia Legislativa e mesmo tendo preferência por Rodrigo Figueiredo, por causa do trânsito político do mesmo em Mato Grosso e em Brasília, pode optar por Eder Moraes, uma solução mais doméstica, mas que teria que ser administrada perante os deputados estaduais.

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Rodrigo Figueiredo chegaria ainda com aval do senador Blairo Maggi (PR), presidente da Subcomissão de Acompanhamento das Obras da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, local onde hoje o técnico trabalha na tentativa de solucionar os impasses que impedem as obras públicas de andarem dentro do cronograma estabelecido.

O Brasil foi escolhido como sede da Copa de 2014, em 2007, portanto, teria 80 meses para se preparar e realizar as obras e restando menos da metade deste prazo, em abril restarão 39 meses, as obras não se iniciaram, os cronogramas estão confusos e os problemas só se avolumam, ou seja, a cada dia surgem novos obstáculos, como obras complementares de aeroportos e mobilidade urbana, que também ficarão para ser implementadas pelos governos estaduais e municipais das 12 sedes do mundial de 2014.

Já Eder Moraes, em que pese declarar não ter interesse em assumir a função, nos bastidores trabalha pela indicação, desde que possa acumular a mesma com a chefia da Casa Civil. Com menos resistência agora entre os deputados, a opção pelo secretário poderá facilitar as coisas para o governo Silval Barbosa, que se vê num fogo cruzado pela disputa das políticas de obras de mobilidade urbana, obras que atenderão a toda sociedade.

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