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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Sinop: câmara aprova moção a presidente devido a greve na UFMT

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Os vereadores sinopenses, durante sessão ordinária, realizada ontem à noite, aprovaram moção de apelo a presidente Dilma Rousseff pedindo para que o manifesto grevista da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) seja atendido. Segundo o representante do comando geral da greve dos professores da instituição, no campus de Sinop, Yuri Barbosa, a moção será encaminhada primeiramente para a bancada dos deputados federais, com a sugestão de ser levada também à bancada estadual. Desta forma, a moção ganharia mais força política para depois ser encaminhada à presidente.

Ainda ontem, o representante aproveitou o espaço na tribuna para explicar os motivos da paralisção deixando bem claro à população o histórico, a participação efetiva e econômica da UFMT para a cidade, apresentando em forma de números todas as reivindicações. “Tivemos apoio dos vereadores e da população, deixamos bem claro tudo que envolve a greve, a partir de agora, com mais apoio, vamos em busca de soluções. Faremos reuniões entre a categoria e vamos dar continuidade aos nossos objetivos”, informou Yuri.

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Em relação a continuidade da greve, ele informou que depende da direção sindical em Cuiabá decidir o rumo a ser tomado. “No momento, a greve continua por tempo indeterminado. Uma possível assembleia será realizada, em Cuiabá, com a data a ser confirmada, para saber os rumos a serem tomados. A partir da posição da capital, vamos dar a nossa, aqui”, concluiu.

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Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Conforme Só Notícias já informou, a proposta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) é que o piso proposto pelo governo para o início da carreira do professor graduado em 20h, de R$ 2.018,77, e reduz de 5% para 4% os degraus entre níveis remuneratórios, com evolução uniforme, fatores definidos para remunereção dos regimes de trabalho (20h x 40h xDE = 1 x 2 x 3) e percentual definido de cada titulação como parte constitutiva do vencimento básico (aperfeiçoamento = 7,5%; especialização = 18%; mestrado = 37,5%; doutorado = 75%).

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A greve dos professores ultrapassa os 110 dias.

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