Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Cuiabá: servidores da câmara recorrem ao TJ para manter privilégios

Compartilhe Facebook X Texto

Servidores públicos da Câmara de Cuiabá apontados como "marajás", pois foram efetivados sem concurso público e teriam recebido mais de R$ 5 mil por mês mesmo sem trabalhar, tiveram anuladas as efetivações. Eles, no entanto, já recorreram ao Tribunal de Justiça (TJ-MT) na tentativa de manter os benefícios.

Um dos casos mais conhecidos é do prefeito Marcelo Ribeiro (PP), de Barão de Melgaço, marido da ex-deputada estadual Chica Nunes (DEM). Ele também quer validar novamente a efetivação como assessor legislativo, mesmo tendo direito a disputar a reeleição em outubro.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Marcelo apresentou recurso (apelação) para anular decisão que suspendeu a efetivação no cargo de assessor legislativo. O MP questionou o benefício porque o ex-vereador foi efetivado antes de completar 10 anos de serviço em cargo comissionado e sem participar de concurso público, assim como Mariselma Ferreira de Campos e Célia Botelho Lobo Pereira Leite.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

No recurso apresentado no ano passado, a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) já emitiu parecer em dezembro contra o pedido de Marcelo Ribeiro. O caso aguarda julgamento no TJ e tem como relator o desembargador José Silvério Gomes.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Já em relação a Mariselma e Célia, elas foram efetivadas em 2001. Depois de terem a efetivação anulada, elas também apresentaram recurso, que suspendeu os efeitos da condenação até julgamento final da apelação no TJ. O caso "marajá" foi apontado pelo menos no caso de Marcelo, que recebeu até 2009 salário de R$ 5 mil mesmo já tendo assumido à época cargo de prefeito de Barão de Melgaço. Devido à polêmica, a Câmara suspendeu o pagamento, fazendo com que ele recuasse de receber do Legislativo e optasse pelo salário da prefeitura.

Marcelo alega que trabalhou como servidor público em outros órgãos e por isso tem direito ao acúmulo dos anos. Também responde a outro processo por supostamente participar de um esquema de rodízio para beneficiar então suplentes de vereador na Câmara. Através de um acordo, parlamentares se afastavam alegando motivos de saúde e continuavam recebendo salário.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé