Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Cuiabá: câmara ajuíza recurso para não devolver dinheiro

Compartilhe Facebook X Texto

A Câmara de Cuiabá ingressa com Agravo de Instrumento para contestar a decisão liminar do juiz Alex Nunes de Figueiredo que determinou desconto nos vencimentos dos vereadores do montante que teria sido percebido a mais pelos parlamentares em caráter de verba indenizatória.

Após a decisão da desembargadora Maria Erotides Kneip, que determinou, em caráter liminar, que a remuneração dos vereadores da capital, compreendendo a soma do subsídio mensal e a verba parlamentar, não ultrapassasse o valor do salário do prefeito Mauro Mendes (PSB), de atuais R$ 17 mil, no mês de junho, os parlamentares receberam um montante equivalente a R$ 22 mil, equiparado ao subsídio que o chefe do Executivo recebia quando o Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com Ação Civil Pública.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Diante da situação, o MPE novamente questionou na Justiça o valor recebido pelos parlamentares e o juiz determinou que fosse feita a restituição de aproximadamente R$ 125 mil aos cofres públicos.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Para cumprir a decisão judicial, o presidente da Câmara, João Emanuel Moreira Lima (PSD), efetuou o desconto no subsídio dos vereadores no último dia 20. Contudo, foi questionada a legalidade da medida, já que o salário é respaldado por garantia constitucional não podendo incidir sobre ele descontos não autorizados e, quando o sejam, não podem ultrapassar 30% do valor da remuneração.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Secretário Jurídico do Legislativo Municipal, o advogado Rodrigo Cyrineu explicou que como a determinação estipulava o desconto nos vencimentos seguintes, a Câmara foi obrigada a efetuá-lo, contudo, recorrerá da medida para garantir o direito dos vereadores.

Caso seja dado provimento ao Agravo impetrado pela Câmara, os cerca de R$ 5 mil deverão ser restituídos aos vereadores. Quanto à discussão acerca da verba indenizatória, o caso continua tramitando na Justiça. O mérito sobre a legalidade ou não da remuneração paga aos parlamentares até junho deste ano, que era de R$ 15,031 mil de subsídio e mais R$ 25 mil de benefício está em tramitação na Vara Especializada de Ação Civil Pública e Popular, sem data prevista para julgamento.

No entanto, o impasse pode ter um novo capítulo em breve, o mérito do Agravo de Instrumento no qual a desembargadora Maria Erotides concedeu a liminar que limitou o pagamento da verba deve voltar a pauta de julgamento nos próximos dias.

O caso começou a ser julgado no mês passado, mas sua conclusão foi adiada após o período de vistas da primeira vogal, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, quando a relatora rejeitou uma das preliminares apresentadas pela defesa dos vereadores que pedia sua inclusão como litisconsortes na ação. Como Maria Erotides estava em recesso de férias, o julgamento só será retomado após o seu retorno.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé