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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Política

Parecer da LDO do governo federal deve ser votado em setembro

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O relator da proposta de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), deputado Danilo Forte (PMDB-CE), apresentou hoje (22) o parecer final acatando 2.050 emendas das mais de 4 mil apresentadas por deputados e senadores. A partir de agora, os parlamentares têm até terça-feira (27) para apresentarem destaques ao relatório final a ser votado pela Comissão Mista de Orçamento.

A votação da LDO pelo plenário do Congresso, no entanto, só deve ocorrer em setembro porque a pauta da Casa está trancada por dois vetos presidenciais. Na terça-feira (20), os líderes partidários marcaram a votação dos vetos para o dia 17 de setembro.

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Com isso, o Executivo deve enviar a Lei Orçamentária Anual (LOA) antes da aprovação da LDO, já que o prazo para envio do projeto de lei de Orçamento da União para 2014 termina no sábado (31). Na LDO são definidas as diretrizes para a elaboração do orçamento do exercício subsequente.

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O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), minimizou a demora na votação da LDO. "O Congresso não é obrigado a votar a LDO na semana que vem, não tem prazo. Já houve situações de votar a LDO junto com o orçamento", argumentou o petista.

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O relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias disse acreditar em um acordo para votar a proposta já na próxima semana, em uma pauta extraordinária.

Das emendas acatadas pelo relator, 273 foram aceitas integralmente e 1.777 de forma parcial. Em uma modificação ao texto preliminar, Forte incluiu no parecer final, no Anexo de Metas e Prioridades, a proteção e promoção dos povos indígenas, questões ligadas ao mar, à zona costeira e à Antártida. Isso permitirá a inclusão de emendas para essas áreas no relatório final.

O relator informou que o seu parecer prioriza obras estaduais, investimentos na saúde e no Semiárido, sem, "praticamente", necessidade de contrapartida dos governos locais.

Segundo Forte, o texto foi construído de acordo com a proposta de emenda à Constituição (PEC) que torna obrigatória a execução orçamentária e financeira das emendas parlamentares até o montante de 1% da receita corrente líquida realizada no ano anterior. A proposta foi aprovada em primeiro turno e deverá ser votada, em segundo turno, pela Câmara na próxima semana.

 

 

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