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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Cuiabá apresenta anteprojeto de novo hospital ao Ministério da Saúde

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O secretário de Saúde de Cuiabá, Kamil Fares (PDT), anunciou que em menos de 30 dias, o anteprojeto para construção do novo hospital para a Capital, estará finalizado, e a Prefeitura de Cuiabá, aguarda agenda com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para buscar parceria e recursos.

A construção de um novo Pronto Socorro havia sido a principal promessa de campanha do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), que ao assumir, considerou que um hospital com atendimento à especialidades e alta complexidade, irá aliviar a demanda do Pronto Socorro e garantir atendimento a alta demanda do município.

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“Já temos o anteprojeto do novo hospital, que deve ser concluído em 30 dias, então, estamos aguardando entrevista entre o prefeito e o ministro Padilha, para conversar, e buscarmos um patrocínio do Ministério da Saúde para a construção do mesmo”, disse Fares.

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O secretário também apontou outras ações que estão sendo realizadas em Cuiabá para minimizar o impacto no atendimento do Pronto Socorro, que também atende a demanda do interior.

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Fares ressalta a construção de quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPA), cujo prazo para conclusão das mesmas é em dezembro de 2014, e serão construídas com recursos do governo federal.

Além disto, o secretário acrescenta que serão construídas 15 unidades do Programa de Saúde da Família (PSFs), sendo que cinco destas unidades estarão concentradas no bairro CPA.

A perspectiva do secretário é que com ampliação do atendimento na base, haverá diminuição da demanda no Pronto Socorro, já que apenas 47% da população cuiabana realiza o atendimento básico de saúde, o que representa a falta de cobertura para 53% da população. “Estávamos otimizando o Pronto Socorro e agora voltaremos para a base, para diminuir as deficiências, e garantir que os pacientes da saúde básica sejam atendidos nas policlínicas, PSFs e UPAs”, disse.

O secretário ressaltou a verdadeira “guerra” para conseguir estabilizar a máquina pública, e acrescentou que hostilidade de agentes da pasta de saúde, a nova gestão, causaram prejuízos como falta de medicamentos nos estoques das unidades. “Agora estamos conseguindo manter o controle da máquina pública, e em até 90 dias, teremos todos os medicamentos e estocaremos todos os materiais necessários para manter o atendimento à população”, garantiu.

 

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