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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Senador Taques desabafa e até fala em não ser mais candidato a nada

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O senador Pedro Taques (PDT) fez um grande desabafo, ontem à noite, durante reunião no Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT), e colocou em dúvida sua permanência na política. “Estou fazendo reflexões a respeito de não ser candidato a mais absolutamente nada porque eu entendo que política não é profissão, é missão”, declarou.

Taques é o principal nome do partido e tido como candidato certo ao governo do Estado para a eleição de 2014, pelo bloco de oposição a atual administração estadual.

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Alvos de inúmeras críticas e reclamações, por parte de manifestantes de todo o país, a classe política não passa por seus melhores momentos. Segundo Taques, isso o teria despertado para pensar em permanecer atuando nesta área. “Nós precisamos na sociedade brasileira é de ter um entendimento do que está acontecendo no país. Eu como político estou fazendo essa reflexão, será que o que estou fazendo, está certo? Será que estou contribuindo com nosso Estado, de forma decente? Eu tenho orgulho de ser político, mas estou fazendo uma reflexão do momento político que está passando o país”.

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“Eu tenho orgulho de ser um político, mas eu não votei na Dilma, eu não votei no Silval Barbosa, eu entendo que a Saúde tem que ser pública de qualidade e OSS [Organizações Sociais de Saúde] para mim é picaretagem”, discursou.

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Quanto aos pedidos dos membros do CRM sobre as reivindicações e opiniões da entidade, o senador disse esperar agora, tudo que foi pontuado no debate, por ofício, para que possa continuar avaliando como poderá ajudar a classe médica, como parlamentar, no Congresso Nacional.

Mesmo assim, o senador se colocou à disposição da entidade, como forma de apoiá-los politicamente diante de matéria polêmicas, como Atos Médicos (vetos) e a proposta que pretende aumentar o tempo de seis para oito anos, na formação do profissional médico, o que faria com que os dois últimos anos do curso científico na faculdade, fossem dedicados à atuação prática desses acadêmicos no atendimento obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS).

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