Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Taques diz que pebliscito para reforma política não promoverá mudanças efetivas

Compartilhe Facebook X Texto

O senador de Mato Grosso Pedro Taques (PDT) disse, hoje, em pronunciamento, que o pebliscito para a reforma política é "uma farsa", que será feita de forma "fatiada" e que não promoverá mudanças efetivas. O pebliscito foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff após manifestações em todo o Brasil. "Qual é a reforma política que queremos? Temos que debater o número de senadores e deputados federais; a função do bicameralismo no Brasil; o tipo de financiamento de campanha e principalmente a reeleição. Sou a favor da reforma, mas sou contra enganar o cidadão, fazê-lo de bobo, como o governo está tentando fazer. A consulta pública anunciada pela presidente da República é uma farsa!", disse.

A assessoria do parlamentar informou que a mensagem presidencial encaminhada ontem ao Congresso Nacional sugere que o plebiscito aborde ao menos cinco temas: financiamento público ou privado de campanha, sistema eleitoral (voto proporcional ou distrital), continuidade ou não da suplência para senador, fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso e continuidade ou não de coligações partidárias proporcionais.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Para Taques, a iniciativa do governo federal é uma farsa que visa muito mais desviar a atenção da população das falhas da gestão governamental do que efetivamente resolver os graves problemas do país.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

"A democracia permite a participação do cidadão, sou absolutamente favorável à democracia participativa. Sou favorável à consulta pública. Mas não sou favorável à consulta meia-boca", reforçou.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Taques disse que o primeiro ponto a ser debatido dentro da reforma política deveria ser a relação entre o poder Executivo e Legislativo. "Pode o Executivo obrigar o Legislativo a votar e aprovar medidas provisórias em tempo recorde? Temos que debater também: será que é democrático a reeleição? É justo um presidente, com a ‘máquina" nas mãos, concorrer uma nova eleição?", questionou.

O parlamentar também alertou sobre a necessidade de mais tempo para o Governo e o próprio Congresso Nacional explicar ao cidadão termos técnicos como, por exemplo, a divisão de distritos, quociente eleitoral e quociente partidário.

Ele observou que temas complexos relacionados à reforma política já são debatidos no Congresso e que, no entanto, sequer foram apreciadas pela Casa. Em 2011, ele participou de uma comissão instalada para reunir todas as matérias referentes à reforma política. O relatório não foi apreciado até hoje pelo plenário.

"Mais uma vez, falta vontade política para aprovar estas matérias. Falta mais vontade e menos política", concluiu.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé