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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Lucas quer financiar R$ 100 milhões para toda cidade ter rede de esgoto

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O projeto inicial que pretende universalizar a rede de esgoto em Lucas foi apresentado hoje a representantes de um banco. A prefeitura precisará recorrer a financiamento, já que o cálculo preliminar da obra de universalização, baseado na tabela do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), ultrapassa a casa dos R$ 100 milhões.  O projeto está dividido em três etapas. A primeira é topografia e sondagens orçada em pouco mais de R$ 4 milhões e com prazo de conclusão de 10 meses já está em fase de execução. Essa fase das obras faz parte do Plano Municipal de Saúde Básica e está sendo financiada com recursos do PAC 2 a fundo perdido.

A segunda fase, que inclui elaboração dos projetos de engenharia, deve custar R$ 48 milhões e tem prazo de conclusão de 30 meses. Já a terceira etapa, que contempla a execução das obras, custará pouco mais de R$ 52 milhões e também deve ser executada em 30 meses.

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O projeto da universalização da rede de esgoto já foi apresentado para uma equipe do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio de Janeiro.

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Segundo o gerente geral do banco, Fábio Ribas, o projeto apresentado pelo prefeito Otaviano Pivetta será analisado pelo núcleo que cuida de financiamentos públicos e em poucos dias a prefeitura terá a reposta sobre a possibilidade de o banco ser o agente financiador para esta obra. Não foram informados em quantos anos a prefeitura pretende pagar o financiamento e a taxa de juros.

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De acordo com o diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto do município (SAAE), Raimundo Dantas com a implantação do Plano Diretor de Lucas, todos os novos loteamentos são obrigados a oferecer a infraestrutura básica (água, energia elétrica e rede de esgoto) para comercializarem os terrenos. “Em todos esses loteamentos já temos toda a rede de esgoto pronta, precisamos apenas incluir coletor tronco. Nas demais residências as obras serão de readequação para receber a nova rede”, adianta.

Atualmente, 28% da cidade tem rede coletora de esgoto e a maioria da cidade tem fossas sépticas.

(Atualizada às 19:27h)

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