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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Política

Oposição teria selado chapa ao governo com PDT, DEM e PSDB

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Uma reunião teria selado a chapa majoritária do Movimento Mato Grosso Muito Mais, formado por PDT, PSB, PPS, PV e mais recentemente o DEM e o PSDB. O senador Pedro Taques (PDT) conseguiu contemporizar os partidos aliados e contemplar o DEM e o PSDB por causa da capilaridade de ambos em todo Mato Grosso e principalmente do tempo de televisão. Nesta reunião teria sido definido o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) para vice-governador e o democrata Jayme Campos como candidato à reeleição para a única vaga ao Senado.

Essa decisão afasta de vez Pedro Taques da possibilidade de ter a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição em seu palanque, primeiro porque o PT defende um palanque único em Mato Grosso e segundo porque o DEM e o PSDB, aliados ao PSB do prefeito Mauro Mendes, um dos principais articuladores da campanha de Pedro Taques, tem candidatos a presidente da República, o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.

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Outra consequência da composição da referida chapa é o definitivo afastamento do Partido da República (PR) – leia-se do senador Blairo Maggi e da maior bancada na Assembleia Legislativa liderada pelo deputado e primeiro secretário, Mauro Savi, que chegou através do deputado Wellington Fagundes, presidente do PR em Mato Grosso, a articular em nível nacional que a candidatura Pedro Taques por ser de um partido da base aliada nacional, inclusive tendo a titularidade do Ministério do Trabalho poderia abrir palanque para a candidatura a reeleição da presidente Dilma.

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De olho na candidatura a única vaga de senador da República, Wellington Fagundes utilizou do prestígio do senador Blairo Maggi para aproximar o senador Pedro Taques que sempre teve uma atuação independente e critica ao governo federal e ao governo do Estado, mas tanto o PT como depois a própria presidente em visita oficial ao Estado deixaria claro a existência de apenas um palanque presidencial, o que colocou a articulação do PR por terra.

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Com a definição da chapa encabeçada pelo senador Pedro Taques e pelo senador Jayme Campos, tendo Nilson Leitão como vice, a oposição ao governo do Estado continua um passo a frente do bloco governista que sequer definiu um nome para suceder o governador Silval Barbosa na expectativa do senador Blairo Maggi aceitar a missão.

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