Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Adiada decisão operação que derrubou presidente da Câmara Cuiabá

Compartilhe Facebook X Texto

Luiz Ferreira da Silva (assessoria)O desembargador Luiz Ferreira da Silva, da Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), pediu vistas do processo e adiou a conclusão do julgamento do mérito do habeas corpus impetrado pela defesa de Amarildo dos Santos que, em sede de decisão liminar proferida pelo desembargador Juvenal Pereira, suspendeu o Procedimento Investigatório Criminal (PIC) promovido pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que deflagrou a Operação Aprendiz.

Na semana passada, o relator do caso, desembargador Gilberto Giraldelli, votou pela denegação do habeas corpus e favorável à cassação da liminar. Na retomada do julgamento, ontem, o presidente da câmara, Pereira, votou contrário ao relator, empatando o julgamento. Com o voto minerva nas mãos, Ferreira pediu vistas, deixando ainda em situação incerta o futuro das investigações deflagradas pelo Gaeco.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Isso porque, quando em substituição a Giraldelli, Pereira determinou a suspensão do PIC, alegou que o Gaeco não respeitava a sua composição, já que não contava com a atuação de representantes da Polícia Civil no procedimento investigatório.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

A Operação Aprendiz teve como principal alvo o ex-presidente da Câmara de Cuiabá, João Emanuel Moreira Lima (PSD), que após dois afastamentos judiciais do cargo, um resultante da vara cível e outro criminal, acabou pedindo sua “auto destituição” do comando da Mesa Diretora.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

No PIC, ele era investigado por uma série de possíveis crimes, como formação de quadrilha, grilagem de terras, falsificação de documentos e fraude em licitação. Um vídeo, no qual ele aparecia numa suposta negociação com uma empresária do setor gráfico e proprietária de um terreno vendido irregularmente, foi considerado a principal prova das acusações.

De acordo com a defesa do parlamentar, representada pelo advogado Eduardo Mahon, também responsável pelo habeas corpus de Santos, trata-se de um vídeo ilegal e ilegítimo. Este, segundo ele, foi um dos pedidos da medida proposta que culminou na suspensão da investigação.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé