Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Silval Barbosa chama delator de mentiroso em áudio interceptado

Compartilhe Facebook X Texto

Em conversa gravada a partir de interceptação telefônica autorizada pela Justiça, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) queixou-se de Paulo Cézar Lemes, empresário que firmou acordo de delação premiada junto ao Ministério Público Estadual (MPE). As declarações deram origem a operação Arqueiro que, no dia 20 de agosto, levou o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) a cumprir mandados de prisão contra a ex-primeira-dama Roseli Barbosa e outros três envolvidos.

No alvo das investigações está um esquema de desvio de dinheiro da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas). Roseli é apontada pelo delator como a chefe do grupo que desviou cerca de R$ 8 milhões da Secretaria. No áudio, divulgado pela imprensa local, Silval chama Paulo de mentiroso e afirma que trata-se de mais uma "perseguição" do próprio Ministério Público.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

"É uma perseguição muito grande, porque esse rapaz já depôs no Ministério Público e ele falou a verdade na época. Disse que nunca teve com a Roseli, mas o Ministério Público precisou ele, falando que se ele não jogasse a culpa em alguém iria tomar tudo que é dele e que ele iria pegar uma cadeia muito grande", reclamou Silval em conversa com sua mãe.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Em outro telefonema, Silval fala com um amigo e chama o delator de estelionatário e bandido. "Cada vez mais nos vemos nas mãos de bandido. Esse cara é um estelionatário, já tem outros processo. […] e a gente está refém de um marginal desse".

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

A delação levou o Ministério Público a aditar a denúncia feita em dezembro de 2014 contra 32 pessoas e pedir a prisão preventiva de Roseli, dos ex-servidores da Setas, Nilson da Costa e Faria, Rodrigo de Marchi e de Silvio Cezar Correa Araújo, ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa. Todos foram soltos dias depois.

Antes do acordo de delação premiada, o Ministério Público apontava Roseli apenas como omissa diante dos fatos ocorridos dentro da Setas. Entretanto, o depoimento de Lemes colocou a ex-primeira-dama no centro das atenções, sendo ela conhecedora e participativa de todo o esquema.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé