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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Oposição à Taques na Assembleia Legislativa terá 5 deputados

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A bancada de oposição na Assembleia Legislativa que, na eleição de outubro do ano passado, se desenhou com 13 deputados estaduais, foi reduzida a menos da metade com as articulações para a eleição da nova Mesa Diretora. Dos 24 parlamentares que tomam posse neste domingo (1º), somente cinco devem se posicionar, de fato, contra o governo Pedro Taques (PDT).

Os primeiros eleitos por partidos que não apoiaram Taques no processo eleitoral de 2014 a trocarem de lado foram os republicanos, a exceção de Mauro Savi. Emanuel Pinheiro, Ondanir Bortolini, o Nininho, Wagner Ramos e Sebastião Rezende se uniram à bancada governista na esperança de emplacar um nome do partido na nova Mesa.

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Emanuel se articulou inicialmente para se tornar presidente, viu seu projeto naufragar diante da candidatura de Guilherme Maluf (PSDB) e seu correligionário Nininho assumiu o posto de primeiro-secretário, ainda assim não tem declarado que fará oposição ao governo, mas que adotará uma postura de independência. A exemplo dos quatro republicanos, José Domingos Fraga (PSD), por defender a renovação do comando da Assembleia, se uniu à bancada governista já no início das discussões quanto à eleição da Mesa.

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E, nos últimos dias, o também pessedista Pedro Satélite e os peemedebistas Baiano Filho e Silvano Amaral aderiram ao projeto. A articulação foi para garantir apoio à chapa de Maluf, mas a tendência é que estes parlamentares também se posicionem daqui para frente a favor do governo que, aliás, encabeçou todas as negociações em prol do tucano.

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Por outro lado, a oposição que restou estaria se sentindo traída e deve dificultar a governabilidade, na avaliação do deputado Zeca Viana (PDT). Romoaldo Júnior (PMDB), Mauro Savi (PR), José Carlos do Pátio (SD), Janaína Riva e Gilmar Fabris (estes, ambos do PSD) apoiaram a candidatura de Maluf desde o início, mas foram abandonados pelo tucano restando uma semana para o pleito.

Maluf retornou à base governista em troca de receber a benção de Pedro Taques para ser eleito presidente. Zeca Viana fazia parte deste grupo, mas tem garantido que não fará oposição, apesar de já rejeitar assumir o cargo de líder do governo, como havia sido cogitado.

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