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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Corpo de Bombeiros identifica áreas de risco em MT e orienta proprietários sobre construção de aceiros

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O Corpo de Bombeiros executou uma operação para identificar e mapear áreas críticas ao longo da MT-351, a Estrada do Manso, onde o acúmulo de vegetação seca, lixo e outros materiais inflamáveis aumenta significativamente o risco de incêndios florestais. A operação teve duração de cinco dias e percorreu propriedades desde o entroncamento inicial da rodovia até as proximidades da Barragem/Usina do Manso, abrangendo os municípios de Cuiabá, Chapada dos Guimarães e Rosário Oeste.

Além do mapeamento, proprietários rurais receberam notificações para providenciar a limpeza das áreas e construir aceiros, que são faixas de segurança que impedem a propagação do fogo das margens da estrada para o interior das propriedades e áreas de preservação ambiental. No total, foram emitidas 32 notificações com orientações técnicas detalhadas sobre a construção dos aceiros. Outras 63 propriedades foram visitadas, mas não foi possível identificar os responsáveis para a entrega dos documentos. As notificações serão entregues em data posterior.

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A ação faz parte do trabalho preventivo da corporação, conduzido pelo Batalhão de Emergências Ambientais, com o objetivo de reduzir a ocorrência de incêndios durante o período de estiagem, especialmente na região da Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual da Chapada dos Guimarães.

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De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel BM Heitor Alves de Souza, as áreas críticas mapeadas ao longo da rodovia foram classificadas como prioritárias para a realização de queimas prescritas, adotadas com caráter preventivo, a fim de garantir a segurança coletiva e preservar a integridade ambiental da região. A estratégia faz parte do Manejo Integrado do Fogo. “Essa técnica é fundamental nas faixas de domínio às margens da rodovia, pois possibilita a redução controlada do material combustível acumulado, formando os chamados ‘aceiros negros’, que funcionam como barreiras e impedem que ignições pontuais evoluam para incêndios florestais de grandes proporções”, concluiu, através da assessoria.

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