Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Comércio buscará travar decreto que altera cobrança de ICMS em Mato Grosso

Compartilhe Facebook X Texto

Empresários e integrantes das entidades comerciais de Mato Grosso voltaram a defender o adiamento da entrada em vigor do Decreto 380, que altera a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), alinhando Mato Grosso ao que já é praticado nos outros Estados do país.

Segundo eles, a medida deveria ser implementada, com ajustes se necessários, em conjunto com a reforma tributária, atual-mente sob elaboração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em tempos de crise, caso não haja uma resposta positiva do governo, a mudança acarretará custos que podem significar o aumento no desemprego e o agravamento da recessão.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Presidente da União dos Lojistas de Shopping Centers (Unishop), o empresário Júnior Macagnam defende a retomada do diálogo por parte do governador Pedro Taques (PSDB). “Tivemos uma série de reuniões no início do ano e este decreto foi adiado para 1º de julho. Entendemos que é possível que haja o bom senso por parte do governador em adiar novamente para que as mudanças só entrem em vigor quando houver a reforma tributária”.Macagnam pontua que a alteração definida pela Secretaria de Esta-do de Fazenda (Sefaz) e publicada no final do ano passado demanda uma série de mudanças na estruturação das empresas.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Isso significa um aumento nos custos e a necessidade de uma atualização por parte dos funcionários das empresas e dos contadores que prestam consultoria à elas. “Se o decreto entra em vigor e, meses depois, há uma nova alteração com a reforma, teremos duas mudanças. Então, defendemos que seja melhor, neste momento, adiar e fazer as alterações de uma só vez, desde que não haja aumento na carga tributária”.Com o aumento nos custos, o presidente da Unishop acredita que uma nova onda de demissões poderá atingir o Estado, que já sofre os efeitos da redução da atividade econômica.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

“Esta é uma possibilidade, a de que haja demissões, haja transtornos e empresas fechem. Tenho certeza que não é isso que o governador quer”. Nesta semana, as entidades comerciais entregaram uma carta ao governo e solicitaram o agendamento de uma nova reunião para tratar o tema. Até o momento não houve resposta do Executivo.Secretário de Fazenda de Mato Grosso, Paulo Brustolin argumenta que a mudança não resulta, de forma nenhuma, em aumento de imposto.

Por conta disso, entrará em vigor em 1º de julho sem nenhuma modificação. “Mato Grosso é o único Estado brasileiro que ainda não trabalha neste modelo”. Ele lembra que a mudança busca corrigir anomalias do atual regime tributário estadual, como a fixação de diferentes alíquotas para o mesmo produto, resultando em concorrência desleal ao privilegiar alguns em detrimento de outros.

Isso porque o atual regime não considera pontualmente as alíquotas dos produtos determinadas por lei, além de reduções de base de cálculo, isenções internas e outras particularidades, como convênios e protocolos de ICMS e substituição tributária. Também desconsidera a diferença na tributação sobre as aquisições para uso e consumo das aquisições para revenda, estabelecendo indevidamente margens de lucro para esses bens. 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé