Festival Paralímpico no estado já atendeu mais de 21 mil participantes com experiências esportivas

“Essa é uma janela de oportunidades para crianças com deficiência aprenderem no esporte, saírem de casa e aproveitar ao máximo as atividades propostas para eles”, é como o secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, Jefferson Carvalho Neves, define o Festival Paralímpico 2023 realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com apoio e suporte do Governo do Estado através da Secel.
O secretário participou do evento em Cuiabá, realizado ontem, na Escola Arenam, nas dependências do estádio Arena Pantanal. Essa é a segunda edição do festival (que está sendo feito em duas etapas), sendo que a primeira ocorreu em maio e reuniu mais de 21 mil participantes em todo o país. A edição realizada em setembro faz referência ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22).
“É uma atividade planejada pela nossa equipe ao longo do ano e que hoje a concretizamos. A gente vê o avanço do paradesporto em Mato Grosso quando começa com o Centro de Referência Paralímpico em um município, e atualmente ele está espalhado pelo estado”, pontuou Jefferson. Outras seis cidades também receberam o Festival neste sábado, sendo Barra do Garças, Brasnorte, Canarana, Cáceres, Rondonópolis e Várzea Grande.

Realizado em todos os estados do país, a iniciativa oferece vivências em modalidades paralímpicas a crianças e jovens que tenham entre 7 e 17 anos. A experimentação paradesportiva também é uma possibilidade para aqueles que não tem deficiência, desde que estejam na mesma faixa etária, e podendo chegar a 20% dos participantes.
A presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Jandira Andrade, esteve no local e disse que o esporte é uma das principais ferramentas de inclusão. “Esse espaço de convivência esportiva onde a gente vê alunos com e sem deficiência e seus familiares é um movimento de suma importância. Por meio do esporte, podem sair daqui hoje valiosos esportistas que vão lutar e representar nosso Estado e, quem sabe, o Brasil no cenário mundial”.
A programação contou com vivências nas modalidades paralímpicas de atletismo, basquete em cadeira de rodas, badminton, tênis de mesa e vôlei sentado.







